quinta-feira, 30 de novembro de 2017

Relatório do Estágio III


COLÉGIO ESTADUAL DE RIO SONO




RELATÓRIO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO





PRÁTICA DE ENSINO EM MATEMÁTICA DO ENSINO MÉDIO
7º PERÍODO




Cassia Salustiano Sales Moura
Estagiária

Prof. Paulo Alexandre Oliveira
Supervisor





Palmas – TO


2017



COLEGIO ESTADUAL DE RIO SONO




RELATÓRIO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO

PRÁTICA DE ENSINO EM MATEMÁTICA DO ENSINO MÉDIO
7º PERÍODO



Relatório de estágio apresentado como requisito parcial da disciplina estágio III, do curso de licenciatura em matemática – PARFOR - UFT, Palmas – TO, sob a orientação do Prof. Paulo Alexandre Oliveira.


Cassia Salustiano Sales Moura
Estagiária

Prof. Paulo Alexandre Oliveira
Supervisor






Palmas – TO
2017
AGRADECIMENTOS

Agradeço primeiramente a Deus que me deu energia e beneficio para a conclusão desse trabalho.
A minha família que sempre me apoia, mesmo nos momentos difíceis estão ao meu lado: meu esposo, filho, mãe, irmãs.
Aos meus colegas de classe e professores que estão a cada dia me ajudando e incentivando a seguir em frente.
Agradeço ainda a professora da escola que me recebeu com muito carinho e me auxiliou no desenvolvimento do meu trabalho.
Enfim agradeço a todas as pessoas que de um jeito ou outro me ajudaram e fizeram parte dessa parte importante da minha vida.


SUMÁRIO    





1.   INTRODUÇÃO


O presente relatório refere se ao Estagio Supervisionado III, do curso de Matemática 7º período sob orientação do professor Paulo Alexandre Oliveira. Estagio realizado no período de 20 a 22 de setembro de 2017, na turma da 1ª e 3ª série do Ensino Médio, nas aulas de matemática no Colégio Estadual de Rio Sono.
O Estagio Supervisionado visa fortalecer a relação entre a teoria e prática, baseado no princípio de que o desenvolvimento de competências profissionais implica no conhecimento adquirido, na vida acadêmica e na vida profissional. No entanto, o estágio constitui um instrumento de conhecimento e de integração do aluno na realidade social, econômica e do trabalho em sua área profissional.
O estágio foi desenvolvido na turma da 1ª série do Ensino Médio. Os conteúdos trabalhados durante as aulas correspondem aos conteúdos propostos no Referencial Curricular – Termo geral da P.A. Ângulos, Triângulos, Quadriláteros. Para a realização das aulas foram elaborados planos de aulas, nos quais os passos a passo utilizados foram: Competência, Habilidade, Conteúdo, Metodologia, Recurso, Avaliação, referencias bibliográfica.
Foram ministradas aula explicativas e expositivas; aplicação de avaliação bimestral, exercícios propostos; correção comentada dos exercícios propostos; participação dos alunos na correção dos exercícios.
Este relatório traz em seu corpo informações sobre a escola na qual foi realizado o estágio; Entrevista com a professora regente; Plano de Ensino; Plano de Aula; Relato das Observações; Relato da Docência; Curiosidade do Estágio; Reflexão sobre Avaliação; Projeto de Pesquisa e Referências.





2.   IDENTIFICAÇÃO DA ESCOLA


O Colégio Estadual de Rio Sono começou a funcionar em 1963 e foi regulamentado pela Lei de Criação nº 8.408, de 19/01/1978. Identificado pelo código estadual nº 110472701, CNPJ 01 184 376 / 0001-66, atualmente está jurisdicionado à Diretoria Regional de Gestão e Formação de Palmas, localizado na zona urbana, Avenida Colegial, nº 381 Centro, fone/fax (63) 3451-1144, e-mail  riosono@ue.seduc.to.gov.br,  município de Rio Sono,  Rio Sono - Tocantins, compõe esta  gestão a Professora Jacyone Pereira de Sousa como Diretora Geral e Maria Oneide Vargas da Cunha Santos como Secretária Geral.
Atualmente oferece as seguintes modalidades:
* Ensino Fundamental: anos iniciais e anos finais autorizados pela Res. Nº 007/89 C.E.E./ TO, reconhecida pela Port. SEDUC nº 0704 de 14 de abril de 2015 e Parecer do C.E.E/TO nº 88/2015, de 27 de março de 2015.
* Ensino Médio - Curso Médio Básico reconhecido pela Port. SEDUC nº 0938 de 16/04/2012, Parecer C.E.E – TO nº 117/2012. Esta portaria ampara também a Extensão Brejo Fundo a partir do ano de 2013 na Escola Municipal Bernardo Guimarães no povoado de Brejo Fundo a 55 km de Rio Sono.
                  A organização da Secretaria obedece à legislação vigente, a documentação referente à autorização e reconhecimento de cursos está atualizada e arquivada em pasta específica, assim como também os dossiês dos servidores.
A Secretaria dispõe ainda dos arquivos ativos e passivos onde são arquivados todos os processos e documentos que dizem respeito à vida escolar dos alunos e servidores ativos e inativos, também fazem parte deste acervo da secretaria os livros atas onde são registrados os resultados finais, conselhos de classe, adaptações, complementações, reuniões e demais eventos que ocorrem na escola envolvendo servidores, alunos e comunidade, para registros de reuniões e notas.
A escola funciona nos três turnos assim distribuídos:
▪ Turno matutino: horário: das 7:00 às 11:25 hs, são atendidos 151 alunos da 2ª fase do Ensino Fundamental, uma turma da 1ª série do Ensino Médio, duas turmas de alunos especiais atendidos em Salas de Recursos Multifuncionais onde são atendidos 17 alunos,  duas turmas do Programa Mais Educação 40 alunos.
▪ Turno vespertino: horário: das 13:00 às 17:25 hs, são atendidos 46 alunos distribuídos em três turmas de 4º ao 5º ano do Ensino Fundamental regular, duas turmas de alunos especiais atendidos em Salas de Recursos Multifuncionais onde são atendidos 21 alunos e duas turmas do Programa Mais Educação 40 alunos.
▪ Turno noturno: horário: das 18:50 às 22:10 hs, são atendidos 111 alunos distribuídos em cinco  turmas do Ensino Médio Regular.
▪ Turno noturno: Extensão Brejo Fundo: horário: das 18:50 às 22:10 hs, são atendidos 56 alunos distribuídos em três turmas de Ensino Médio a qual funciona na Escola Municipal Bernardo Guimarães no Povoado Brejo Fundo.
▪ Número total de alunos:  402


QUADRO DE SERVIDORES DO ADMINISTRATIVO
Nº
NOME DO SERVIDOR
FUNÇÃO
ESCOLARIDADE
PÓS GRADUAÇÃO
01
Jacyone Pereira de Sousa
Diretora
3º grau - Pedagogia
Séries Iniciais e Educação Infantil
02
Lília Borges Soares
Coord. Pedagógica
3º grau - Normal Superior
Séries Iniciais e Educação Infantil
03
Denize Barros de O.Silva
Coord. Pedagógica
3º grau - Normal Superior
 Psicopedagogia
04
Paulinelli Américo Nunes
Coord. Pedagógica
3º grau – Educação Física

05
Nelcinélia Pinheiro Silva
CAP
3º grau – Normal Superior

06
Shara Guimarães A. e Moura
CAP
3º grau – Pedagogia
-
07
Claudinei Francisco da Rocha
CAP
3º grau – Administração/ Complementação em Matemática   

07
Maria Oneide V. C. Santos
Secretária Geral
3º grau - Normal Superior
Psicopedagogia.
08
Alberto Araújo Gomes
CAF
3º grau - Normal Superior
Orientação Educacional
09
Jacyvaldo pereira de Sousa
Aux. De  Apoio Escolar
3º Grau - Pedagogia
-
10
Luís Nogueira Gama
Assist. Administrativo
2º grau - Magistério
-
11
Ivanilde Ribeiro Cardoso
ASG
2º grau  - Médio Básico
-
12
Maria da Paz Lopes da Silva
ASG
2º grau – Médio Básico
-
13
Edinailde Araújo Pereira
ASG
2° grau –  Incompleto

14
Sandra Aparecido Fonseca
ASG
2º grau – Médio Básico
-
15
Domingas Pereira da Silva
Merendeira Escolar
2° grau –  Incompleto
-
16
Dinalva Nunes Caroba
Merendeira Escolar
2º grau – Médio Básico
-
17
Marileide Castro da Luz
Merendeira Escolar
1º grau completo
-
18
Velena Lopes Melo
Merendeira Escolar
1º grau incompleto
-
19
Antonio Nunes de Oliveira
Vigia Noturno
1º grau incompleto
-
20
Carlos Alberto P. Jardim
Vigia Noturno
1º grau incompleto
-
21
Osvaldino Ribeiro Gama
Vigia Noturno
1º grau incompleto
-












QUADRO DOS PROFESSORES

Nº Ord
NOME DO PROFESSOR
ESCOLARIDADE/
GRADUAÇÃO
PÓS - GRADUAÇÃO
DISCIPLINA(S)
01
Adélia Gomes Martins Rodrigues
3º grau
Linguagens, Arte, ED. Física
Filosofia, Sociologia, Biologia, Arte,Geografia, História
02
Alcineide Ferreira Santos Gama
3º grau – Ciências/Matemática
-
Matemática
03
Ckélia Coelho Pereira
2º grau  - Médio Básico     
-
Professora Auxiliar – 4º ano
04
Clédison Cursino Alves
3º grau – Matemática
-
Física, Matemática, Química e Filosofia 2º grau  - Médio Básico
05
Edna Pereira Pinheiro
3º grau – Pedagogia
-
Português e Redação
15
Elizângela Marta Soares da C. Sousa
3º grau – Geografia
-
Língua Portuguesa
07
Francisco Vanderlei Irineu de Carvalho
3º grau – Matemática
-
Física e Química.
07
Frederico Gama da S. Neto
3º grau – Pedagogia
-
Matemática, Biologia e Química.
06
Gilcirene Gomes R. Rodrigues
3º grau – Normal Superior
-
4º ano Ens. Fund e Biologia - Ensino Médio
08
Leylla Aires dos Santos
3º grau – Pedagogia

Língua Portuguesa, Redação, Arte, Filosofia e Sociologia
17
Maria Aparecida da S. Xavier
3º grau – Pedagogia
-
História e Arte
08
Maria Vanderléia Moura Soares
3º grau – Letras
-
Líng. Portuguesa, Líng. Est. Mod. Inglês, Espanhol e Educação Física.

Maria da Conceição B. G. Guimarães
3º grau – Pedagogia
-
Arte, Ens. Religioso e Educação Física
09
Railma Bezerra Soares
3º grau – Pedagogia
-
Filosofia e Socologia

Raimunda Alves de S. Rocha
3º grau – Pedagogia
-
5º Ano e Redação
10
Raimunda Araújo Ferreira
3º grau – Normal Superior
-
Sala de Recurso
11
Sara Walquíria V. Sales
3º grau – Pedagogia
-
Ling. Est. Mod. Inglês; Arte,Ciências e História
13
Susana Alves Bezerra
3º grau – Geografia
Orientação Educacional
Geografia, Arte, História, Ens. Religioso
16
Vera Lúcia Rocha Xavier
3º grau - Normal Superior
Psicopedagogia
Sala de Recurso



2.1. Histórico


O Colégio Estadual de Rio Sono começou a funcionar em 1963 pertencendo à Superintendência de Educação de Pedro Afonso, com o nome de Grupo Escolar de Rio Sono, respondendo pela Direção o Sr. Altamir Alves Bezerra. Nessa época a escola oferecia apenas a modalidade de Ensino Fundamental de 1ª a 3ª Série. Fazendo parte do quadro (4) quatro professores, sendo eles: Djanira de Holanda Lopes, Tarcísio Cerqueira Sales, Olinda Sales Cerqueira e Maria do Perpetuo Socorro Alves Bezerra. A estrutura física era composta por (4) quatro salas de aula, (1) uma sala para professores e (1) uma cantina a qual não era utilizada devido à escola não dispor de recurso financeiro para aquisição dos gêneros alimentícios necessários para servir a merenda escolar aos alunos.
No ano de 1965, a Superintendência de Ensino de Pedro Afonso nomeou o primeiro diretor da escola o Sr. Dionísio Lustosa Nogueira, permanecendo até 1967. Sendo substituído pelo professor Tarcísio Cerqueira Sales, que permaneceu na função até 1972.  De 1973 a 1976 assumiu o Sr. Raimundo Campos de Arruda, que foi substituído pelo Sr. Leonel Alves Ferreira em 1977, quando o mesmo implantou a 1ª Série Ginasial e mudou o nome para Escola de 1º Grau de Rio Sono, permanecendo na função até 1979. Em 1980 assume a Direção Irmã Cecília Vier que no ano de 1981 implantou o 2º Grau - curso Técnico em Magistério, quando houve nova mudança de nomenclatura passando a chamar-se Colégio Estadual de Rio Sono.  Com o advento dessas mudanças, aconteceram também algumas transformações na estrutura física do prédio as quais foram executadas com recursos municipais, pois o mesmo pertencia ao Município. Mesmo assim a escola passava por dificuldades, pois faltavam materiais didáticos e pedagógicos, recursos financeiros bem como professores habilitados para atuarem no 2º Grau, além disso, outro fator que contribuía para tais dificuldades era o difícil acesso à Secretaria de Educação, pois na época pertencia a Goiás, vindo a melhorar após a criação do Estado do Tocantins, pois se tornou bem mais fácil o acesso por parte da escola aos órgãos superiores de educação, Diretoria Regional de Ensino e Secretaria de Estado da Educação.
No ano de 1991 Cecília Vier deixou a função, a qual foi assumida pela professora Iraci Guimarães Campos, que embora com os recursos ainda centralizados desenvolveu seu papel da melhor forma possível,  permanecendo na função até 1995.  No mesmo ano assumiu a gestão a professora Izabel Vanderlei Sales. Em 1996, foi implantado o Programa Escola Autônoma de Gestão Compartilhada, instituído pelo governo estadual. A partir de então, com a descentralização dos recursos, ocorreram avanços significativos, pois a escola passou a gerenciar a aplicabilidade dos mesmos e assim exercer sua autonomia procurando priorizar as necessidades mais emergentes visando sempre à melhoria dos serviços prestados à comunidade onde está inserida, Izabel permaneceu na função até julho de 2001. Em agosto do mesmo ano, assumiu a gestão da escola a Professora Franciele Lima da R. Madruga, que desenvolveu importante papel, no processo de democratização da gestão escolar. A mesma permaneceu na função até dezembro de 2007. Em janeiro de 2008, assumiu a gestão o Professor Alberto Araújo Gomes como Diretor Geral e o Sr. Marco Aurélio Xavier como Diretor Administrativo Adjunto. Em março de 2009 assume a função de Diretor Administrativo Adjunto o professor João dos Santos Sales Batista. A partir de janeiro de 2009 a Unidade de Ensino passou à jurisdição da Diretoria Regional de Ensino de Palmas. Em janeiro de 2015 assume a gestão da escola a professora JACYONE PEREIRA DE SOUSA.
O Colégio Estadual de Rio Sono atende uma clientela bastante diversificada principalmente nos aspectos econômicos, sociais e étnicos, sendo constituída basicamente por filhos de pequenos agricultores, comerciantes, funcionários públicos, índios e trabalhadores da economia informal. Vale enfocar que boa parte desses alunos são oriundos de escolas municipais rurais, e que na maioria das vezes chegam à escola com um índice de desenvolvimento cognitivo abaixo do nível dos alunos alfabetizados nas escolas urbanas, especialmente os matriculados no 6º e 7º anos do Ensino Fundamental, alguns têm dificuldades para se adaptarem à nova realidade e terminam não atingindo resultado satisfatório no final do ano letivo o que de certa forma vem contribuindo significativamente para a elevação dos índices de reprovação nessas turmas.
Partindo da premissa de que os princípios defendidos pelo Colégio Estadual de Rio Sono nesse documento, em defesa do desenvolvimento dos estudantes em todo o seu percurso formativo, fazem parte desse contexto, a avaliação poderá revelar o que está sendo ensinado e aprendido. A avaliação da aprendizagem, no Colégio Estadual de Rio Sono, é entendida como parte do processo de ensinar e aprender. Por isso, ganha um caráter formativo, uma vez que redimensiona o planejamento do professor e, consequentemente, sua prática. Por isso, se apresenta como elemento de identificação e diagnóstico, mais do que elemento determinante de valores ou julgamentos. Sob essa perspectiva, o colégio não concebe a lógica da avaliação classificatória, que se constitui em um mecanismo arbitrário de controle da realidade. O Colégio Estadual de Rio Sono compreende a avaliação da aprendizagem como dinâmica processual, representada como um momento de análise e apreciação diagnóstica do trabalho escolar, por meio da qual são averiguados o alcance e a abordagem dos objetivos constantes do planejamento, com a finalidade de redirecionar ou refazer o trabalho pedagógico, de forma a garantir o alcance da finalidade educativa que os orienta. A aprendizagem é considerada parte de uma ação coletiva que busca a formação dos estudantes em seu percurso formativo, garantindo o desenvolvimento em todos os aspectos. No Ensino Fundamental I e II, e no Médio, o processo se dá, também, pela observação e registro, com a utilização de diferentes instrumentos avaliativos, com critérios definidos no planejamento de cada professor. A organização do registro e os resultados da avaliação estão descritos no Regimento da Escola. A Escola participa, pela sua condição institucional, das provas externas e do Exame Nacional do Ensino Médio.
O Projeto Político Pedagógico foi reelaborado para nortear as ações educativas, administrativas e políticas, visando contribuir para a construção da autonomia da escola, de forma democrática, buscando soluções para minimizar as dificuldades no processo de ensino e aprendizagem.


2.2. Caracterização Física


O Colégio Estadual de Rio Sono conta com uma área de 9.105,90M² sendo que o prédio ocupa uma área construída de 936,17 M² e uma área livre de 8.169,73 M². Contém 08 salas de aula, 02 salas de recurso, 01 sala de laboratório de informática 01 sala de professores, 01 sala para Coordenação Pedagógica, 01 sala da direção, 01 sala do financeiro, 01 sala para secretaria, 01 sala para biblioteca, 01 depósitos, 01 cantina, 02 sanitários para uso dos alunos e 02 sanitários para uso dos servidores, 11 área de circulação, uma quadra poliesportiva com cobertura.
É necessário tomar algumas providências para melhoraria do espaço escolar, são elas:
1-    Ampliação dos espaços para o Administrativo: Financeira e sala da direção.
2-    Construção de uma sala para vídeo ou (auditório).
3-    Construção de uma sala para Almoxarifado. 
4-    Construção de campo de areia para voleibol.
5-    Construção de uma sala para o Grêmio Estudantil.
6-    Adequação das instalações para alunos com Transtorno Global do Desenvolvimento Altas Habilidades e Superdotação,
7-    Ampliação e reforma do muro da escola e troca dos portões.
8-    Reforma da quadra poliesportiva
9-    Reforma nas instalações hidráulicas e elétricas.

2.3. Projeto Político Pedagógico


O Colégio Estadual de Rio Sono executará suas ações pedagógicas baseando-se na visão sócio-interacionista, primando pela qualidade do ensino e aprendizagem, tendo o aluno como centro do processo de construção do conhecimento, valorizando o trabalho em sala e extraclasse, destacando a leitura a escrita e a produção textual como imprescindíveis no processo de aprendizagem e de formação integral do individuo.
No que diz respeito à evolução do rendimento escolar nos últimos três anos, constatou-se que houve ligeira oscilação nos índices ora para cima ora para baixo, e em 2015 reduziu-se o índice de reprovação e de abandono conforme mostra os quadros abaixo.
Indicadores de desempenho da escola:
Taxa de aprovação/reprovação/abandono/distorção nos últimos 03 anos/
IDEB/Prova Brasil/Enem
Ensino Fundamental de 4º ao 5º ano -
Indicador/ano
Taxa de Aprovação %
Taxa de Reprovação  %
Taxa de Abandono %
Taxa de Distorção Idade/Série %
2013
97.81
2.18
00
10.56
2014
93.13
6.86
00
8.41
2015
95.00
5.00
00
8.23
2016
89.00
11.00
00
11.00





Ensino Fundamental de 6º ao 9º ano -
Indicador/ano
Taxa de Aprovação %
Taxa de Reprovação  %
Taxa de Abandono %
Taxa de Distorção Idade/Série %
2013
87.96
12.03
1.50
28.88
2014
72.22
27.77
3.73
32.71
2015
96.00
4.00
00
23.93
2016
90.00
10.00
1.0
21.00


Ensino Médio
Indicador/ano
Taxa de Aprovação %
Taxa de Reprovação %
Taxa de Abandono %
Taxa de Distorção Idade/Série %
2013
91.92
8.07
6.83
64.28%
2014
95.21
4.78
7.87
75.92
2015
97.25
2.75
1,64
84,81
2016
96.00
4.00
3.00
44.00

IDEB DA UNIDADE ESCOLAR ENSINO FUNDAMENTAL
ANO
ANOS INICIAIS
E. F
ANOS FINAIS E. FUND
OBS.
   PROJ.
OBS
  PROJ
2009
4.1
4.3
3.3
3.2
2011
4.9
4.7
3.6
3.5
2013
5.4
5.0
3.7
3.9
2015
4.8
5.3
4.1
4.3

PROVA BRASIL – ENSINO FUNDAMENTAL
ANOS INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL – 5º ano

PORTUGUÊS
MATEMATICA

2009
2011
2013
2015
2009
2011
2013
2015


165.03
192,82
192,24
192.15
185.58
203,63
214,11
192.58


ANOS FINAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL – 9º ano
PORTUGUÊS
MATEMATICA
2009
2011
2013
2015
2009
2011
2013
2015
217.48
221,45
219,48
223.17
220.90
235,20
237,20
237.91
                
DIAGNÓSTICO
                 
Verificou-se que os maiores problemas que interferem negativamente no cotidiano e nos índices da escola são: 1- a indisciplina (embora em um nível bem menor do que já foi em anos anteriores); 2- a falta de perspectivas de boa parte dos alunos; 3- pouco interesse nas avaliações externas; 4- baixo grau de escolaridade da maioria das famílias; 5- falta de acompanhamento de boa parte dos pais ou responsáveis à vida escolar dos filhos. Portanto, é pensando nos problemas detectados e mencionados acima que a escola implementará metas e ações que possibilitem solucionar ou pelo menos minimizá-los. E para melhor efetivar essas ações, a escola estabelecerá parcerias com o Conselho Tutelar, Polícia, Ministério Público, Secretaria de Assistência Social e Comunidade.

Aspectos que tornam a escola eficaz
               Em relação à eficácia, percebe-se que ainda há um longo caminho a ser percorrido para ser considerada uma escola de excelência, porém, destacam-se alguns aspectos positivos que vem contribuindo para o avanço sistemático da melhoria dos trabalhos desenvolvidos pela U.E tais como:
·         Quadro de professores graduados e efetivos – a efetividade oferece acima de tudo maior segurança ao servidor e isso possibilita o desenvolvimento de um trabalho de melhor qualidade;
·         Gestão participativa – a escola tem procurado na medida do possível em fortalecer a participação dos segmentos que compõe a sua gestão nas tomadas de decisões visando garantir o cumprimento do princípio da gestão democrática do ensino público como estabelece a LDB;
·         Trabalho coletivo – o trabalho coletivo é um mecanismo imprescindível para o fortalecimento da gestão democrática;
·         Parcerias com instituições – nos últimos anos a escola tem avançado bastante nesse aspecto e isso vem contribuindo positivamente na melhoria dos trabalhos e em alguns índices da escola (evasão, gravidez, dengue e outros), principais parceiros: Conselho Tutelar, Ministério Público, Policia Secretaria Municipal de Saúde e de Assistência Social.

VISÕES ESTRATEGICAS 
Assegurar o acesso e permanência com sucesso, em igualdade de condições a todos os educandos, primando por um ensino de qualidade, objetivando a formação de cidadãos críticos, participativos e capazes não só de entender, mas, sobretudo de agir na transformação da sociedade.

4.    Visão de Futuro

 Promover aos alunos, um sólido domínio de conhecimentos e habilidades intelectuais, pensamento crítico e criativo, contribuindo para a formação do cidadão capaz não só de entender, mas, principalmente de participar da transformação social na busca por uma sociedade mais justa e igualitária.

5.    Valores

Atitudes de respeito, cidadania, ordem, ética, liberdade e igualdade.

5.1. Breve caracterização da comunidade


A escola está inserida numa comunidade carente, onde as pessoas vivem da agricultara de subsistência, alguns de serviços temporários prestado ao governo estadual e municipal e de programas sociais como o da bolsa família e com o nível sócio econômico baixo.
A maioria das famílias tem o Ensino Fundamental completo assim como o Ensino Médio, elas participam das reuniões escolares, dessa forma mostra se uma visão do que a escola representa para o futuro da comunidade.

6.    ENTREVISTA COM O (A) PROFESSOR(A)


O USO DA TECNOLOGIA NA EDUCAÇÃO MATEMÁTICA

1-    Como você vê o uso das tecnologias digitais nas aulas de matemática? 
(   ) Muito boa, pois atrai o interesse dos alunos.
(   ) Desnecessária, pois o tradicional é o que faz o aluno aprender mesmo.
(   ) Boa, porém tem que saber usar com regra.
2-    Com que frequência você utiliza recursos tecnológicos nas aulas de matemática? 
(   ) Nunca.
(   ) As vezes.
(   ) Constantemente.
3-    Quais os recursos tecnológicos você utiliza nas aulas de matemática? 


4-    Como você vê o uso das tecnologias no ensino e aprendizagem das aulas de matemática? 
(   ) Uma ótima porção de recursos pedagógicos, atraindo o interesse dos alunos.
(   ) O uso das tecnologias é muito bom para desenvolver uma aprendizagem mais motivadora.
(   ) Acredito ser um recurso de grande importância e apoio no processo ensino-aprendizagem.
(   ) Vejo que em algumas escolas a tecnologia é pouca utilizada, por não saberem utiliza-las.
5-  Quais as vantagens da utilização dos recursos tecnológicos processo pedagógico escolar? 

7.   FATORES OBSERVADOS


Durante o período de observação e regência pode se perceber que é de suma importância:
·         Um bom planejamento das aulas;
·         Motivação da classe;
·         Acompanhamento individualizado aos alunos;
·         Uma boa metodologia de ensino;
·         Acompanhamento dos pais;
·         Um acompanhamento diferenciado aos alunos com necessidades especiais;
·         Metodologias diferenciadas;
·         Acompanhamento pedagógico aos professores (Coordenador Pedagógico, Diretor, Orientador, etc)



8.   PLANO DE ENSINO


O Plano de Ensino Utilizado para a realização e construção do plano de aula do estágio de docência foi construído pela professora regente; a mesma utilizou recursos como livros didáticos, sites da internet, livros paradidáticos, referencial curricular, entre outros recursos disponíveis na Unidade de Ensino.
O Plano de ensino é inserido no SGE (Sistema de Gerenciamento Escolar) programa da Secretaria Estadual de Educação do Estado do Tocantins. Através desse sistema informatizado, tanto as Diretorias Regionais de Ensino quanto a Secretaria de Educação ficam a par do que é proposto e trabalhado com os alunos em todas as escolas do Estado.


9.   PLANOS DE AULAS


Escola: Colégio Estadual de Rio Sono
Professora: Alcineide Ferreira dos Santos Gama
Ensino Médio Disciplina: Matemática 1ª série
Data: 20/09/2017 á 22/09/2017
Tema: Sequencias Numérica e P.A

CONTEÚDOS

METODOLOGIA

BIBLIOGRAFIA

RECURSOS DIDÁTICOS

AVALIAÇÃO

OBSERVAÇÕES
Número de Operações:  Progressões Aritméticas e Geométricas:
 - Sequências Numéricas e
P.A.
(   x )participação dos alunos
(   x )aulas expositivas,
(  x  ) análise de textos, figuras e gráficos
( X  )seminário
( x ) correção comentada
(  x  ) trabalhos em classe
Ou na biblioteca
(  x  )debate
(  x  ) outros
DANTE, Luiz Roberto. Matemática: contexto e aplicações. São Paulo, Ártica 2010.
DANTE, Luiz Roberto. Matemática: volume único. São Paulo, Ártica 2005.



( x ) Livros               (   ) Som
( x ) Vídeos             ( x ) Revista
(   ) Jornal                    ( x) Data show
 ( x ) Outros:
A avaliação será continua, formativa e processual,
 Vista como instrumento de aprendizagem
Os conteúdos propostos poderão ser alterados ao longo do processo de acordo com as habilidades dos alunos.


.

                    



10.       RELATOS DAS OBSERVAÇÕES


Antes das observações serem realizadas, houve o contado com a direção, coordenação escolar, assim como o contado com a professora regente, para a autorização das observações.
            A professora Alcineide Ferreira Santos Gama foi muito hospitaleira, me recebeu muito bem e me apresentou aos alunos para os quais eu expliquei o porquê de estar ali. A mesma me disponibilizou todos os materiais utilizados para as aulas para cópia.
            A observação foi realizada nas turmas da 1ª e 3º série do Ensino Médio no Colégio Estadual de Rio Sono, município de Rio Sono Tocantins, pertencente a regional de Ensino de Palmas.
As salas de aula é um espaço não muito grande, que comporta na 1º série “A” 32 alunos, 1ª série “B” 25 alunos, 3ª série “A” 18 alunos e 3ª série “B” 18 alunos. A professora organiza as carteiras em filas. O planejamento do professor é feito semanalmente, orientado pela coordenadora pedagógica e o registro é feito no caderno do professor.
Seguindo o plano de aula, a primeira aula observada na turma da 1ª série “A”, a professora desenvolveu uma aula exemplificativa sobre sequência numérica PA; a partir dos exemplos propôs exercícios de aprendizagem e correção do mesmo. Durante a resolução das atividades a professora fez acompanhamento aos mesmos de carteira em carteira. Assim ajudando os mais necessitados e retirando as dúvidas dos alunos.
A segunda aula observada foi na turma da terceira série “A” do Ensino Médio, na qual o conteúdo trabalhado foi Operações com números complexos, Aplicação da Avaliação Bimestral. Alunos em fileiras, avaliação individual.
Terceira aula observada – turma da 1ª série “A” – continuação da aula anterior do conteúdo sequência numérica PA. A professora regente organizou a sala em grupos de 5 alunos, cada grupo com um aluno monitor, para resolução de exercícios propostos. Durante a aula a professora acompanhou grupo a grupo.
Na quarta aula observada, o conteúdo trabalhado foi Operações com números complexos, na turma da 3ª série “B”. Nesta aula a professora trabalhou o desenvolvimento de exercícios de fixação em grupo com alunos monitores. A professora fez o acompanhamento dos grupos durante o decorrer da aula tirando dúvidas e orientando quanto a resolução das questões.
A quinta aula de observação foi realizada na turma da primeira série “B”, a professora regente deu continuidade com o conteúdo de sequência numérica PA, a aula se deu com a resolução de exercícios propostos em grupo com alunos monitores, sempre acompanhados da educadora.
Na sexta aula de observação, que ocorreu na sala da 1ª série “A”, a professora deu sequência ao conteúdo de Progressão Aritmética, levou a turma para o laboratório de informática, os alunos assistiram um vídeo aula sobre o termo geral de uma PA. A professora no decorrer do vídeo pausava e exemplificava o conteúdo.
Cada aula teve duração de 50 minutos, todas bem planejadas e executadas, a professora regente demonstrou ter domínio de sala e de conteúdo, trabalhou de forma tradicional utilizando livro didático, quadro negro e também trabalhou de forma diferenciada utilizando da tecnologia oferecida na Unidade de Ensino.
Portanto, diante do que foi observado percebe se a importância do planejamento para o desenvolvimento de uma boa e proveitosa aula. Além disso, o professor deve ser criativo, buscando a cada dia a inovação de suas aulas para melhor aprendizagem.

10.1.            Dos alunos


Observou se que os alunos em sua maioria conseguem compreender e aprender o conteúdo propostos pela professora. Os mesmos interagem fazendo perguntas do conteúdo propostos. Realizam em sala as atividades com o auxílio da professora. Porém observou se que boa parte dos alunos que estudam no período noturno são faltosos e chegam atrasados aos aulas devido trabalharem. A minoria dos alunos possui dificuldades de aprendizagem, tendo maior necessidade de acompanhamento nas atividades propostas.

10.2.            Metodologia da professora


Quanto à metodologia usada pela professora, observa se que é muito dinâmica. Pois, a mesma procura usar diferentes ferramentas para satisfazer a necessidade de cada aluno. Buscando assim uma melhor qualidade de ensino aprendizagem.

10.3.            Materiais didáticos


A professora utilizou em suas aulas diversos materiais pedagógicos para melhor expor o conteúdo a seus alunos. Tais como: vídeos, slides, jogos educativos, livros didáticos, quadro negro, computador, data-show, entre outros.



11.       RELATOS DAS DOCÊNCIAS


O objetivo deste relatório é informar sobre a realização do Estágio de Docência. O mesmo ocorreu na Escola Estadual Imaculada Conceição, localizada no povoado de Mansinha, Município de Rio Sono To.
Este estágio foi realizado no período de 25 á 27 de outubro de 2017 na turma da 1ª série do Ensino Médio nas aulas de Matemática.
Metodologias utilizadas em aula:

Ø  02/10/17 – Equações Lineares – Aula introdutória – apresentação do conteúdo seguido de exposição de Vídeo aula. No decorrer do vídeo aula pausa para informações complementares.
Ø  03/10/17 – Sistema de equações Lineares – Exemplificação do conteúdo utilizando a lousa e livro didático (momento tira dúvidas).
Ø  06/10/17 – Trabalhando exercícios propostos do livro didático – Resolução dos mesmos em grupo com alunos monitores sobre sistemas de equação lineares e acompanhamento da professora regente.
Ø  09/10/17 – Continuação da aula anterior com resolução dos exercícios propostos em grupo com alunos monitores sobre sistemas de equações lineares e acompanhamento da professora regente.
Ø  10/10/17 – Correção comentada dos exercícios sobre sistemas de equações lineares.
Ø  13/10/17 – Aula exemplificativa – Sistemas Lineares 2x2, resolução pelo método da adição e substituição. Utilização da lousa e livro didático.

Ministrar aula é algo que exige do professor sabedoria, criticidade, dinamismo e maleabilidade, pois cada aula é única, é especial, é uma doação do indicar o caminho a cada criança, adolescente, a cada jovem que tem pela frente um caminho longo a trilhar na busca do saber.
Portanto há a necessidade de primeiramente amar a profissão, amar o que faz, buscando sempre superar os erros e melhorar a prática de mediador da aprendizagem.

11.1.            Dos alunos


Observa se que boa parte da classe de aula é interessada em aprender o conteúdo, procura está sempre atentos a explicação e orientações feita pela professora. Todavia há aqueles que deixam a desejar por ser indisciplinado, desinteressado. Existem também aqueles que têm dificuldades de aprendizagem. Os alunos resolvem as atividades propostas em sala com o auxílio da professora. Porém quando os exercícios propostos são para casa, percebe se que a maioria não resolve trazendo de volta os exercícios sem responder.

11.2.            Metodologia Adotada


A metodologia adotada pela professora é interessante, a mesma procura sempre ter a participação dos alunos na correção dos exercícios propostos levando os ao quadro negro. São aulas com correção comentada dos exercícios propostos, exposição dos conteúdos em cartazes, Vídeo aula.

11.3.            Materiais didáticos


São utilizados para a realização das aulas planejada: quadro negro, livro didático, exercícios de sites da internet, vídeo aula, entre outros recursos didáticos. É importante destacar que a escola não oferece muitos recursos didáticos à professora.



12.       CURIOSIDADES DO ESTÁGIO


No decorrer do estágio há varias situações curiosas como:
·         Aula melhor planejada e ministrada pelos professores ao saber que estão sendo observados;
·         Maior participação e interesse dos alunos nas aulas ministradas pelo estagiário;
·         Curiosidade dos outros professores com o desenvolvimento das aulas pelos estagiários;




13.       REFLEXÕES SOBRE AVALIAÇÕES


Sabe se que a avaliação faz se presente em todos os domínios da atividade humana. O “julgar”, o “comparar”, isto é, o “avaliar” faz parte de nosso cotidiano.
            A avaliação no contexto escolar realiza-se segundo objetivos escolares implícitos ou explícitos, que, por sua vez, refletem valores e normas sociais. Segundo Villas-Boas (1998, p. 21), “as práticas avaliativas podem, pois, servir a manutenção ou a transformação social”. Ainda segundo Villas-Boas, a avaliação escolar não acontece em momentos isolados do trabalho pedagógico; ela o inicia, permeia todo o processo e o conclui.
            No entanto, em qualquer nível de ensino em que ocorra, a avaliação não existe e não opera por si mesma; está sempre a serviço de um projeto ou de um conceito teórico, ou seja, é denominada pelas concepções que fundamentam a proposta de ensino, como afirma Caldeira (2000):
A avaliação escolar é um meio e não um fim em si mesma; está delimitada por uma determinada teoria e por uma determinada prática pedagógica. Ela não ocorre num vazio conceitual, mas está dimensionada por um modelo teórico de sociedade, de homem, de educação e, consequêntemente, de ensino e de aprendizagem, expresso na teoria e na pratica pedagógico. (p.122)
            Essa idéia de que avaliar o processo de ensino e de aprendizagem não é uma atividade neutra ou destituída de intencionalidade nos faz compreender que há um estatuto político e epistemológico que dá suporte a esse processo de ensinar e de aprender que acontece na prática pedagógica na qual a avaliação se inscreve.
            Dessa forma, observa se que a avaliação como prática escolar, não é uma atividade neutra ou meramente técnica, isto é, não se dar num vazio conceitual, mas é dimensionada por um modelo teórico de mundo, de ciência e de educação, traduzida em prática pedagógica.
            Na condição de avaliador desse processo, o professor interpreta e atribui sentidos e significados a avaliação escolar, produzindo conhecimentos e representações a respeito da avaliação e acerca de seu papel como avaliador, com base em suas próprias concepções, vivências e conhecimentos. Neste sentido, Sordi (2001) afirma:
Um a avaliação espelha um juízo de valor, uma dada concepção de mundo e de educação, e por isso vem impregnada de um olhar absolutamente intencional que revela quem é o educador quando interpreta os eventos da cena pedagógica. (p.173)
            Assim, conclui se que a avaliação escolar é um processo que independentemente o tempo em que ocorre ou como ocorre, a mesma é de suma importância na vida escolar de cada educador e educando no que diz respeito ao ensino e a aprendizagem escolar.


14.       PROJETO DE PESQUISA



                                                                                                            


PROJETO DE OFICINA PEDAGÓGICA





A UTILIZAÇÃO DE RECURSOS TECNOLÓGICOS PARA O DESENVOLVIENTO DAS AULAS DE GEOETRIA: TRIÂNGULOS PARA 1ª SÉRIE DO ENSINO MÉDIO



ACADÊMICAS: Cássia Salustiano Sales Moura e Elizangela Sousa da Cunha Costa
ORIENTADOR: Prof. Me. Paulo Alexandre Oliveira



PALMAS – TO
2017

UNIVERSIDADE FEDERAL DO TOCANTINS





PROJETO DE OFICINA PEDAGÓGICA





A UTILIZAÇÃO DE RECURSOS TECNOLÓGICOS PARA O DESENVOLVIENTO DAS AULAS DE GEOETRIA: TRIÂNGULOS PARA 1ª SÉRIE DO ENSINO MÉDIO




Projeto de oficina pedagógica apresentado ao curso de Matemática – Parfor – UFT, como requisito parcial da disciplina Estágio 3, 2017/08. Orientado pelo prof. Me. Paulo Alexandre Oliveira




                                                         PALMAS – TO
2017

SUMÁRIO






INTRODUÇÃO


 Esta pesquisa surgiu da problemática: A falta da utilização de recursos tecnológicos no ensino de geometria plana na 1ª série do Ensino Médio no Colégio Estadual de Rio Sono, sendo importante e dinâmico o uso de novas tecnologias para facilitar o ensino e aprendizagem.
O ensino da geometria desenvolve a capacidade de resolver problemas práticos do cotidiano, pois o mesmo faz se presente em diversas situações que ocorrem no dia – a – dia, neste contexto o aluno desenvolve pensamentos que permite – lhe compreender, descrever e representar essas formas organizadas. (BRASIL, 1998).
O presente projeto é de grande importância, pois o mesmo oferece uma ferramenta de apoio aos docentes para uma aula interativa e dinâmica, na qual os educandos fortalecem o desenvolvimento da aprendizagem em relação ao conteúdo proposto na aula.
Novas maneiras de pensar e conviver estão sendo elaboradas no mundo das Telecomunicações e da informática, e a escola está sendo influenciada por essas perspectivas.

A educação escolar vem acompanhando o ritmo do progresso das TIC, influenciando e sendo influenciada pela sociedade contemporânea e suas características, adaptando-se ao processo de evolução tecnológica. Essa situação representa, para a escola, exigências complexas nas políticas, nos currículos e nas práticas, de modo que se prepare o indivíduo para dominar os conteúdos historicamente acumulados pela humanidade no seu processo de construção, simultaneamente à possibilidade de desenvolvimento de estratégias de ação articuladas às exigências sociais (TEZANI, 2011, p. 37).


REVISÃO DA LITERATURA

             
A Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC), é uma ferramenta que tem como objetivo facilitar a comunicação e o alcance de um alvo comum. A mesma beneficia a produção industrial, sendo muito útil na potencialização dos processos de comunicação e na revolução das pesquisas cientificas.
Segundo Tezani (2011, p, 36) ‘’ as Tecnologias da Comunicação e da Informação (TIC) permite a interação num processo contínuo, rico e indispensável, que disponibiliza a construção criativa e o aprimoramento constante rumo a novos aperfeiçoamentos”.
Para Almeida (p, 71) ‘’ o uso da TIC com vista à criação de uma rede de conhecimentos favorece a democratização do acesso a informação, a troca de informações e experiências, compreensão crítica da realidade e o desenvolvimento humano, social, cultural e educacional”.
Nesta ótica, o indivíduo é envolvido em uma grande teia de conhecimento pública ou privada, proporcionando uma nova visão de mundo, caminhando rumo a uma sociedade justa e igualitária.
O uso das TICs na disciplina de matemática, atualmente se tornou um método muito importante para o ensino, facilitando na resolução de cálculo, confecções de tabelas e gráficos usando planilhas eletrônicas, desenvolvendo também a capacidade cognitiva do aluno.
De acordo com Bagestão (2012), o uso das TICs no ensino da matemática é atrativo para a resolução de cálculos, assim como também à correção dos mesmos.      
 A Informática Educativa privilegia a utilização do computador como ferramenta pedagógica que auxilia no processo de construção do conhecimento. [...] o computador é um meio e não um fim, devendo ser usado considerando o desenvolvimento dos componentes curriculares. [...] o computador transforma-se em um poderoso recurso de suporte à aprendizagem, com inúmeras possibilidades pedagógicas, desde que haja uma reformulação no currículo, que se crie novos modelos metodológicos e didáticos, e principalmente que se repense qual o verdadeiro significado da aprendizagem. (ROCHA, 2008, p. 03)


Uso da Tecnologia no Ensino da Geometria
            Infelizmente a geometria é um conteúdo pouco desenvolvido em sala de aula devido à falta de interesse dos alunos espontaneamente e muitas vezes pelo fato dos professores não utilizarem metodologias diferenciadas, bem como o uso das tecnologias.
  No entanto, a Geometria tem tido pouco destaque nas aulas de Matemática e, muitas vezes, confunde-se seu ensino com o das medidas. Em que pese seu abandono, ela desempenha um papel fundamental no currículo, na medida em que possibilita ao aluno desenvolver um tipo de pensamento particular para compreender, descrever e representar, de forma organizada, o mundo em que vive. Também é fato que as questões Geométricas costumam despertar o interesse dos adolescentes e jovens de modo natural e espontâneo. (BRASIL, 1998, p.122)

                Segundo Barbosa (2008, p.4) afirma que “... a Geometria quase sempre é apresentada na última parte do livro, aumentando a possibilidade de ela não vir a ser estudada por falta de tempo letivo”. Todavia, percebe-se que esse critério vem tomando rumo diferente, estudo mais comprovam que alguns livros didáticos já trazem uma abordagem geométrica distribuída no decorrer dos capítulos.
            Apesar de estarmos vivendo em um mundo cheio de novas tecnologias, infelizmente o uso do computador em sala de aula é pouco utilizado, percebe-se que um dos principais motivos é a falta de preparo dos educadores para a utilização dessa ferramenta. É evidente que alguns educadores possuem domínio em utilizar o computador, porém falta conhecimento de softwares que podem ser utilizados no ensino da matemática.
            O uso das tecnologias está presente nas propostas de ensino PCNs.
O computador que pode ser usado como elemento de apoio para o ensino [...] Mas também como ferramenta para o desenvolvimento de habilidades. o trabalho com o computador pode ensinar o aluno a aprender com seus erros e aprender junto com seus colegas, trocando produções e comparando-as. (BRASIL, 1997, p.48).
O software GeoGebra é um programa bem conhecido e utilizado no meio matemático, com finalidade de ajudar e oferecer uma melhor acessibilidade dinâmica e interação entre os alunos nas aulas.
Ainda sobre o GeoGebra é um programa matemático, desenvolvido com a finalidade de ampliar o conhecimento no contexto escolar, aplicativo no qual se trabalha o conceito de Geometria e Álgebra.
No GeoGebra desenvolve-se com os alunos os conceitos de triângulos, bem como se trabalha a soma dos ângulos internos e externos de um triângulo qualquer. Sendo o mesmo um software de suma importância para um bom desenvolvimento das aulas de matemática.

JUSTIFICATIVA


Os alunos da 1ª série do Ensino Médio, da Escola Estadual Imaculada Conceição, apresentam dificuldades no aprendizado do conteúdo de geometria plana: soma dos ângulos internos e externos. Através desse projeto, espera-se promover um ensino aprendizagem eficaz com o uso de recursos tecnológicos no desenvolvimento das aulas de matemática.
Pesquisas mostram que a utilização da tecnologia facilita o processo de ensino aprendizagem, os quais proporcionam ao aluno desenvolver suas habilidades contribuindo para o seu conhecimento a partir da interação com o ambiente. (CARRAHER,1992; MARTINS, 2008; COLL, SOLÉ, 2009).
A utilização de recursos como por exemplo: instrumento de desenvolvimentos, jogos, vídeos, softwares, facilitam o compromisso dos alunos nas atividades propostas (BRASIL, 2002; SOUZA, 2006; GRAVEN,2011; COSTA; TENÓRIO, 2014, LEITE; TENÓRIO, 2014).
Na escola observa-se que a sua maioria dos professores não utilizam recursos tecnológicos nas aulas de matemática, portanto este projeto tem como objetivo resolver este problema, apresentando aos docentes alguns recursos tecnológicos bem como sua importância no desenvolvimento das aulas, afim de proporcionar aos alunos um ensino de qualidade.
Neste contexto, bom exemplo de software educativo matemático é o GeoGebra, que funciona como ferramenta dinâmica e interativa e como laboratório de aprendizagem

OBJETIVOS.

1.    Geral

Ensinar noções de geometria plana no triângulo utilizando o software GeoGebra.         

2.    Específicos

1.    Fazer apresentação do projeto e seus objetivos;
2.    Apresentar o software GeoGebra;
3.    Ensinar os alunos a utilizar o software GeoGebra;
4.    Ensinar os alunos a calcular a soma dos ângulos internos e externos de um triângulo.



METODOLOGIA


A oficina será desenvolvida em 4 etapas, descritas abaixo:
1ª Etapa: (40 min) nesta etapa será apresentada o projeto da oficina bem como seus objetivos, sendo o objetivo mostrar a importância e a grande contribuição dos recursos tecnológicos e do software GeoGebra nas aulas de geometria. Será utilizado para a realização desta etapa o Data show.
2ª Etapa: (1h:30 min) nesta etapa o programa será apresentado aos alunos com uso do Data Show, no laboratório de informática da escola De início será indagado aos alunos se conhecem ou se já ouviram falar no programa (GeoGebra). Em seguida os alunos serão incentivados a manusear o software, a estarem mudando os valores dos ângulos do triângulo apresentado.
3ª Etapa: (1h) nesta etapa serão utilizados o Data Show e o laboratório de informática da escola, para ensinar os alunos a utilizar o programa GeoGebra, passando exercícios nos quais eles resolveram em grupo, com auxílio do professor.
4ª Etapa: (50 min) nesta etapa será aplicado aos alunos em sala de aula, uma lista de exercícios propostos sobre a soma dos ângulos internos e externos de um triângulo qualquer, auxiliando –os na resolução dos mesmos.


7 – AVALIAÇÃO DA OFICINA
Avaliação da oficina
Com o objetivo de ensinar o básico sobre o GeoGebra, mostrar a importância e a grande contribuição dos recursos tecnológicos e do software nas aulas de geometria, apresentar o aplicativo, manusear e ensinar como calcular a soma dos ângulos internos e externos do triângulo, foi proposto a realização de uma oficina dividida em quatro etapas, realizadas em quatro encontros. Em função da falta de laboratório de informática, utilizou-se a sala dos professores para a realização dos encontros.
Nos encontros, foram explicados os objetivos da realização da oficina, a metodologia apresentada e sugestões de alguns recursos tecnológicos que podem ajudar na sala de aula, bem como: vídeos, Datashow, computadores, sites e software.
De início foi realizado alguns questionamentos aos alunos sobre o uso do (GeoGebra). Em seguida os alunos começaram a manusear o aplicativo, alguns sentiram dificuldades, necessitando-se de um maior acompanhamento.
Intercalando a teoria com a pratica, foi possível repassar alguns conhecimentos sobre o programa, informações sobre o aplicativo, e como utiliza-los para calcular a soma dos ângulos.
Após o primeiro contato dos alunos com o programa e repasse de algumas informações sobre o aplicativo e como utiliza-los, foi utilizado o Data Show, para ensinar os alunos a utilizar o programa GeoGebra, assim os alunos foram conhecendo as potencialidades do software, tais como: calcular a soma dos ângulos internos e externos de um triângulo, alterar o ângulo e visualizar em diversas expectativas. Em seguida, foram propostas algumas atividades com o programa, no intuito de instigar os alunos a comprovarem teorias estudadas e a construírem conhecimentos por meio das ferramentas que o software GeoGebra oferece.  
Pode-se dizer que o trabalho desenvolvido sobre a utilização do aplicativo GeoGebra para o cálculo dos ângulos internos e externos de um triângulo, trouxe grandes contribuições para educação matemática, pois a oficina visou a inserção de uma proposta de ensino que propiciou o aprendizado, proporcionando aos alunos uma metodologia diversificada. Tendo em vista que os alunos executaram um papel primordial nas atividades realizadas, respondendo muito bem ao objetivo proposto, que era trabalhar o conteúdo, a soma dos ângulos internos e externo de um triângulo com o auxílio do software GeoGebra.
Portanto, a proposta metodológica teve uma grande aceitação pelos alunos, evidenciando –se que a utilização do software GeoGebra facilita a compreensão dos conteúdos e a visualização geométrica, despertando nos alunos o interesse e a curiosidade em utilizar as ferramentas do software.

CRONOGRAMA

A oficina será feita em 3 encontros os quais serão distribuídos conforme a tabela a seguir:
Atividades
1º encontro
2º encontro
3º encontro
A apresentação do Projeto e seus objetivos
          
          X


Apresentação do software GeoGebra
          
          X


Ensinar os alunos a utilizar o software GeoGebra

          
         X

Aplicar exercícios propostos (soma dos ângulos internos e externos de um triângulo


           
    
            X

MATERIAL E CUSTOS

ITEM
DESCRIÇÃO
QUANTIDADE
VALOR DE CUSTO
01
Computador
12
X
02
Data show
01
x
03
Quadro
01
x
04
Pincel/lousa
03
x
05
Canetas
30
x
06
Cadeiras
30
x
07
Cadernos
30
x

            Total



Serão utilizados os materiais da escola.

REFERÊNCIAS

TEZANI, Thaís Cristina Rodrigues. A educação escolar no contexto das tecnologias da informação e da comunicação: desafios e possibilidades para a prática pedagógica curricular. Bauru: Revistafaac. [online], p. 35-45. vol. 1, n. 1, set. 2011. Disponível em
<http://www2.faac.unesp.br/revistafaac/index.php/revista/article/view/11/5>. Acesso em: 21 de julho 2017.

ALMEIDA, Maria Elizabeth Bianconcini. Tecnologia na escola. [online], p. 69-73. Disponível em < http://portal.mec.gov.br/seed/arquivos/pdf/2sf.pdf>. Acesso em: 21 de julho 2017.

BRASIL, Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros Curriculares Nacionais: Matemática. Brasília: MEC/SEF, 1998.

BRASIL. Ministério da Educação e Cultura. Parâmetros Curriculares Nacionais Ensino Médio + Orientações Educacionais Complementares: ciência da natureza, matemática e suas tecnologias. Brasília: Ministério da Educação e Cultura, 2002.

BRASIL. Secretaria da Educação Fundamental. Parâmetros Curriculares Nacionais – Matemática. Brasília: MEC/SEF, 1997.

CARRAHER, D.W. A aprendizagem de conceitos matemáticos com auxilio do computador. In: ALENCAR, E.M.S.S. (Org.). Novas contribuições da psicologia aos processos de ensino e aprendizagem. São Paulo: Cortez, 1992. p. 10-55.


15. CONCLUSÃO E REFLEXÕES


O estágio supervisionado foi uma experiência muito positiva em minha formação em sala de aula, cabendo a mim, reger o ensino para o 1ª série do Ensino Médio em todos os aspectos, com exposição de conteúdos, procedimentos e avaliações. Foi de muita valia e extremamente enriquecedor para minha prática como educadora.

Todas as fases vivenciadas neste período foram muito importantes e de grande relevância ao estagio, porque são práticas diárias de um professor.

Fiquei muito satisfeita com o meu estágio. Pois o mesmo me proporcionou aprender e também aplicar o que havia aprendido em sala de aula. Conheci novas pessoas e aprendi como me relacionar com elas no ambiente de trabalho para que tanto o meu rendimento como o deles fosse o melhor possível. Dessa forma ressalto que durante esse período pude obter um amadurecimento tanto profissional quanto pessoal que será extremamente importante no futuro.

Portanto o resultado dessa experiência foi positivo, pois veio a acrescentar novas descobertas e conhecimento. Teve se uma boa recepção dos alunos, contribuindo para que pudesse desenvolver um bom trabalho, tendo uma maioria deles resultados satisfatórios nas avaliações. No que diz respeito à receptividade na escola, tanto a direção quanto o corpo docente, foram excelentes, não imprimiram nenhuma indiferença ao me receber, apoiaram-me e ajudaram-me no que foi preciso, estiveram sempre dispostos a me receber outras vezes.




16.       REFERÊNCIAS


BRASIL, Constituição da Republica Federativa do Brasil. Brasilia: Senado Federal, 1988.

______. Lei de Diretrizes e Base da Educação Nacional. Lei 9394. Brasilia: Senado Federal, 1996.

CAIADO, Kátia Regina Moreno. Aluno deficiente na escola: lembranças e depoimentos, São Paulo: Autores Associados, 2003;


DANTE, Luiz Roberto. Tudo é matemática: ensino fundamental. São Paulo: Ática, 2005.

FERRONATO, Rubens: A construção de \instrumentos de inclusão no Ensino da matemática. 2002;


GIOVANE, José Rui Barbosa, Matemática pensar e descobrir: matemática pensar e descobrir. São Paulo: FTD, 2000.

MANTOAN, Maria Teresa Egler. Contribuições da pesquisa e desenvolvimento de aplicações para o ensino inclusivo de deficientes mentais. In: A Integração da Pessoa com Deficiência. São Paulo: Memmon,1997.117p.






17. ANEXOS



PLANO DE AULA SEMANAL
Escola: Escola Estadual Imaculada Conceição
Professor: Cássia Salustiano Sales Moura
Ensino Fundamental 1ª Fase.  Disciplina: Matemática Turma: 6º ano “U”.
Data: 25, 26, 27 e 28 de Outubro 2016

Tema: NUMÉROS DECIMAIS
CONTEÚDO
COMPETÊNCIA
HABILIDADES

Números decimais



Operações: adição, subtração, multiplicação, divisão.


Ser capaz de perceber a importância dos números, suas prioridades, suas inter-relações, seus significados e o modo como, historicamente foi construído, bem como sua eficácia na resolução de situações-problema no seu cotidiano.

Interpretar e produzir escritas numéricas que devem ser expressa por números racionais nas formas fracionárias, decimais e percentuais reconhecendo seu uso no contexto diário.

Identificar a localização de um número racional na forma fracionária ou decimal na reta numérica, trabalhando comparação.

Representar, escrever e operar com números decimais.

RECURSOS
METODOLOGIA
AVALIAÇÃO
Serão utilizados:
1 - Quadro branco;
2 - Computador;
3 – Internet;
4 - Pincel;
5 - Livro didático;


Participação dos alunos

Aulas expositivas

Exercícios propostos

Correção comentada


A avaliação será contínua, formativa e processual, vista como instrumento de aprendizagem.

Referências: Dante, Luiz Roberto. Projeto Teláris: ensino fundamental 2. São Paulo: Ártica, 2015. Silvia, Jorge Daniel. Matemática 6° ano – 3º edição – São Paulo: IBPE, 2013.






UNIVERSIDADE FEDERAL DO TOCANTINS


                                                                                                            


PROJETO DE OFICINA PEDAGÓGICA





A UTILIZAÇÃO DE RECURSOS TECNOLÓGICOS PARA O DESENVOLVIENTO DAS AULAS DE GEOETRIA: TRIÂNGULOS PARA 1ª SÉRIE DO ENSINO MÉDIO



ACADÊMICAS: Cássia Salustiano Sales Moura e Elizangela Sousa da Cunha Costa
ORIENTADOR: Prof. Me. Paulo Alexandre Oliveira



PALMAS – TO
2017

UNIVERSIDADE FEDERAL DO TOCANTINS





PROJETO DE OFICINA PEDAGÓGICA





A UTILIZAÇÃO DE RECURSOS TECNOLÓGICOS PARA O DESENVOLVIENTO DAS AULAS DE GEOETRIA: TRIÂNGULOS PARA 1ª SÉRIE DO ENSINO MÉDIO




Projeto de oficina pedagógica apresentado ao curso de Matemática – Parfor – UFT, como requisito parcial da disciplina Estágio 3, 2017/08. Orientado pelo prof. Me. Paulo Alexandre Oliveira




                                                         PALMAS – TO
2017

SUMÁRIO






INTRODUÇÃO


 Esta pesquisa surgiu da problemática: A falta da utilização de recursos tecnológicos no ensino de geometria plana na 1ª série do Ensino Médio no Colégio Estadual de Rio Sono, sendo importante e dinâmico o uso de novas tecnologias para facilitar o ensino e aprendizagem.
O ensino da geometria desenvolve a capacidade de resolver problemas práticos do cotidiano, pois o mesmo faz se presente em diversas situações que ocorrem no dia – a – dia, neste contexto o aluno desenvolve pensamentos que permite – lhe compreender, descrever e representar essas formas organizadas. (BRASIL, 1998).
O presente projeto é de grande importância, pois o mesmo oferece uma ferramenta de apoio aos docentes para uma aula interativa e dinâmica, na qual os educandos fortalecem o desenvolvimento da aprendizagem em relação ao conteúdo proposto na aula.
Novas maneiras de pensar e conviver estão sendo elaboradas no mundo das Telecomunicações e da informática, e a escola está sendo influenciada por essas perspectivas.

A educação escolar vem acompanhando o ritmo do progresso das TIC, influenciando e sendo influenciada pela sociedade contemporânea e suas características, adaptando-se ao processo de evolução tecnológica. Essa situação representa, para a escola, exigências complexas nas políticas, nos currículos e nas práticas, de modo que se prepare o indivíduo para dominar os conteúdos historicamente acumulados pela humanidade no seu processo de construção, simultaneamente à possibilidade de desenvolvimento de estratégias de ação articuladas às exigências sociais (TEZANI, 2011, p. 37).


REVISÃO DA LITERATURA

             
A Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC), é uma ferramenta que tem como objetivo facilitar a comunicação e o alcance de um alvo comum. A mesma beneficia a produção industrial, sendo muito útil na potencialização dos processos de comunicação e na revolução das pesquisas cientificas.
Segundo Tezani (2011, p, 36) ‘’ as Tecnologias da Comunicação e da Informação (TIC) permite a interação num processo contínuo, rico e indispensável, que disponibiliza a construção criativa e o aprimoramento constante rumo a novos aperfeiçoamentos”.
Para Almeida (p, 71) ‘’ o uso da TIC com vista à criação de uma rede de conhecimentos favorece a democratização do acesso a informação, a troca de informações e experiências, compreensão crítica da realidade e o desenvolvimento humano, social, cultural e educacional”.
Nesta ótica, o indivíduo é envolvido em uma grande teia de conhecimento pública ou privada, proporcionando uma nova visão de mundo, caminhando rumo a uma sociedade justa e igualitária.
O uso das TICs na disciplina de matemática, atualmente se tornou um método muito importante para o ensino, facilitando na resolução de cálculo, confecções de tabelas e gráficos usando planilhas eletrônicas, desenvolvendo também a capacidade cognitiva do aluno.
De acordo com Bagestão (2012), o uso das TICs no ensino da matemática é atrativo para a resolução de cálculos, assim como também à correção dos mesmos.      
 A Informática Educativa privilegia a utilização do computador como ferramenta pedagógica que auxilia no processo de construção do conhecimento. [...] o computador é um meio e não um fim, devendo ser usado considerando o desenvolvimento dos componentes curriculares. [...] o computador transforma-se em um poderoso recurso de suporte à aprendizagem, com inúmeras possibilidades pedagógicas, desde que haja uma reformulação no currículo, que se crie novos modelos metodológicos e didáticos, e principalmente que se repense qual o verdadeiro significado da aprendizagem. (ROCHA, 2008, p. 03)


Uso da Tecnologia no Ensino da Geometria
            Infelizmente a geometria é um conteúdo pouco desenvolvido em sala de aula devido à falta de interesse dos alunos espontaneamente e muitas vezes pelo fato dos professores não utilizarem metodologias diferenciadas, bem como o uso das tecnologias.
  No entanto, a Geometria tem tido pouco destaque nas aulas de Matemática e, muitas vezes, confunde-se seu ensino com o das medidas. Em que pese seu abandono, ela desempenha um papel fundamental no currículo, na medida em que possibilita ao aluno desenvolver um tipo de pensamento particular para compreender, descrever e representar, de forma organizada, o mundo em que vive. Também é fato que as questões Geométricas costumam despertar o interesse dos adolescentes e jovens de modo natural e espontâneo. (BRASIL, 1998, p.122)

                Segundo Barbosa (2008, p.4) afirma que “... a Geometria quase sempre é apresentada na última parte do livro, aumentando a possibilidade de ela não vir a ser estudada por falta de tempo letivo”. Todavia, percebe-se que esse critério vem tomando rumo diferente, estudo mais comprovam que alguns livros didáticos já trazem uma abordagem geométrica distribuída no decorrer dos capítulos.
            Apesar de estarmos vivendo em um mundo cheio de novas tecnologias, infelizmente o uso do computador em sala de aula é pouco utilizado, percebe-se que um dos principais motivos é a falta de preparo dos educadores para a utilização dessa ferramenta. É evidente que alguns educadores possuem domínio em utilizar o computador, porém falta conhecimento de softwares que podem ser utilizados no ensino da matemática.
            O uso das tecnologias está presente nas propostas de ensino PCNs.
O computador que pode ser usado como elemento de apoio para o ensino [...] Mas também como ferramenta para o desenvolvimento de habilidades. o trabalho com o computador pode ensinar o aluno a aprender com seus erros e aprender junto com seus colegas, trocando produções e comparando-as. (BRASIL, 1997, p.48).
O software GeoGebra é um programa bem conhecido e utilizado no meio matemático, com finalidade de ajudar e oferecer uma melhor acessibilidade dinâmica e interação entre os alunos nas aulas.
Ainda sobre o GeoGebra é um programa matemático, desenvolvido com a finalidade de ampliar o conhecimento no contexto escolar, aplicativo no qual se trabalha o conceito de Geometria e Álgebra.
No GeoGebra desenvolve-se com os alunos os conceitos de triângulos, bem como se trabalha a soma dos ângulos internos e externos de um triângulo qualquer. Sendo o mesmo um software de suma importância para um bom desenvolvimento das aulas de matemática.

JUSTIFICATIVA


Os alunos da 1ª série do Ensino Médio, da Escola Estadual Imaculada Conceição, apresentam dificuldades no aprendizado do conteúdo de geometria plana: soma dos ângulos internos e externos. Através desse projeto, espera-se promover um ensino aprendizagem eficaz com o uso de recursos tecnológicos no desenvolvimento das aulas de matemática.
Pesquisas mostram que a utilização da tecnologia facilita o processo de ensino aprendizagem, os quais proporcionam ao aluno desenvolver suas habilidades contribuindo para o seu conhecimento a partir da interação com o ambiente. (CARRAHER,1992; MARTINS, 2008; COLL, SOLÉ, 2009).
A utilização de recursos como por exemplo: instrumento de desenvolvimentos, jogos, vídeos, softwares, facilitam o compromisso dos alunos nas atividades propostas (BRASIL, 2002; SOUZA, 2006; GRAVEN,2011; COSTA; TENÓRIO, 2014, LEITE; TENÓRIO, 2014).
Na escola observa-se que a sua maioria dos professores não utilizam recursos tecnológicos nas aulas de matemática, portanto este projeto tem como objetivo resolver este problema, apresentando aos docentes alguns recursos tecnológicos bem como sua importância no desenvolvimento das aulas, afim de proporcionar aos alunos um ensino de qualidade.
Neste contexto, bom exemplo de software educativo matemático é o GeoGebra, que funciona como ferramenta dinâmica e interativa e como laboratório de aprendizagem

OBJETIVOS.

3.    Geral

Ensinar noções de geometria plana no triângulo utilizando o software GeoGebra.         

4.    Específicos

5.    Fazer apresentação do projeto e seus objetivos;
6.    Apresentar o software GeoGebra;
7.    Ensinar os alunos a utilizar o software GeoGebra;
8.    Ensinar os alunos a calcular a soma dos ângulos internos e externos de um triângulo.




METODOLOGIA


A oficina será desenvolvida em 4 etapas, descritas abaixo:
1ª Etapa: (40 min) nesta etapa será apresentada o projeto da oficina bem como seus objetivos, sendo o objetivo mostrar a importância e a grande contribuição dos recursos tecnológicos e do software GeoGebra nas aulas de geometria. Será utilizado para a realização desta etapa o Data show.
2ª Etapa: (1h:30 min) nesta etapa o programa será apresentado aos alunos com uso do Data Show, no laboratório de informática da escola De início será indagado aos alunos se conhecem ou se já ouviram falar no programa (GeoGebra). Em seguida os alunos serão incentivados a manusear o software, a estarem mudando os valores dos ângulos do triângulo apresentado.
3ª Etapa: (1h) nesta etapa serão utilizados o Data Show e o laboratório de informática da escola, para ensinar os alunos a utilizar o programa GeoGebra, passando exercícios nos quais eles resolveram em grupo, com auxílio do professor.
4ª Etapa: (50 min) nesta etapa será aplicado aos alunos em sala de aula, uma lista de exercícios propostos sobre a soma dos ângulos internos e externos de um triângulo qualquer, auxiliando –os na resolução dos mesmos.


7 – AVALIAÇÃO DA OFICINA
Avaliação da oficina
Com o objetivo de ensinar o básico sobre o GeoGebra, mostrar a importância e a grande contribuição dos recursos tecnológicos e do software nas aulas de geometria, apresentar o aplicativo, manusear e ensinar como calcular a soma dos ângulos internos e externos do triângulo, foi proposto a realização de uma oficina dividida em quatro etapas, realizadas em quatro encontros. Em função da falta de laboratório de informática, utilizou-se a sala dos professores para a realização dos encontros.
Nos encontros, foram explicados os objetivos da realização da oficina, a metodologia apresentada e sugestões de alguns recursos tecnológicos que podem ajudar na sala de aula, bem como: vídeos, Datashow, computadores, sites e software.
De início foi realizado alguns questionamentos aos alunos sobre o uso do (GeoGebra). Em seguida os alunos começaram a manusear o aplicativo, alguns sentiram dificuldades, necessitando-se de um maior acompanhamento.
Intercalando a teoria com a pratica, foi possível repassar alguns conhecimentos sobre o programa, informações sobre o aplicativo, e como utiliza-los para calcular a soma dos ângulos.
Após o primeiro contato dos alunos com o programa e repasse de algumas informações sobre o aplicativo e como utiliza-los, foi utilizado o Data Show, para ensinar os alunos a utilizar o programa GeoGebra, assim os alunos foram conhecendo as potencialidades do software, tais como: calcular a soma dos ângulos internos e externos de um triângulo, alterar o ângulo e visualizar em diversas expectativas. Em seguida, foram propostas algumas atividades com o programa, no intuito de instigar os alunos a comprovarem teorias estudadas e a construírem conhecimentos por meio das ferramentas que o software GeoGebra oferece.  
Pode-se dizer que o trabalho desenvolvido sobre a utilização do aplicativo GeoGebra para o cálculo dos ângulos internos e externos de um triângulo, trouxe grandes contribuições para educação matemática, pois a oficina visou a inserção de uma proposta de ensino que propiciou o aprendizado, proporcionando aos alunos uma metodologia diversificada. Tendo em vista que os alunos executaram um papel primordial nas atividades realizadas, respondendo muito bem ao objetivo proposto, que era trabalhar o conteúdo, a soma dos ângulos internos e externo de um triângulo com o auxílio do software GeoGebra.
Portanto, a proposta metodológica teve uma grande aceitação pelos alunos, evidenciando –se que a utilização do software GeoGebra facilita a compreensão dos conteúdos e a visualização geométrica, despertando nos alunos o interesse e a curiosidade em utilizar as ferramentas do software.

CRONOGRAMA

A oficina será feita em 3 encontros os quais serão distribuídos conforme a tabela a seguir:
Atividades
1º encontro
2º encontro
3º encontro
A apresentação do Projeto e seus objetivos
          
          X


Apresentação do software GeoGebra
          
          X


Ensinar os alunos a utilizar o software GeoGebra

          
         X

Aplicar exercícios propostos (soma dos ângulos internos e externos de um triângulo


           
    
            X

MATERIAL E CUSTOS

ITEM
DESCRIÇÃO
QUANTIDADE
VALOR DE CUSTO
01
Computador
12
X
02
Data show
01
x
03
Quadro
01
x
04
Pincel/lousa
03
x
05
Canetas
30
x
06
Cadeiras
30
x
07
Cadernos
30
x

            Total



Serão utilizados os materiais da escola.

REFERÊNCIAS

TEZANI, Thaís Cristina Rodrigues. A educação escolar no contexto das tecnologias da informação e da comunicação: desafios e possibilidades para a prática pedagógica curricular. Bauru: Revistafaac. [online], p. 35-45. vol. 1, n. 1, set. 2011. Disponível em
<http://www2.faac.unesp.br/revistafaac/index.php/revista/article/view/11/5>. Acesso em: 21 de julho 2017.

ALMEIDA, Maria Elizabeth Bianconcini. Tecnologia na escola. [online], p. 69-73. Disponível em < http://portal.mec.gov.br/seed/arquivos/pdf/2sf.pdf>. Acesso em: 21 de julho 2017.

BRASIL, Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros Curriculares Nacionais: Matemática. Brasília: MEC/SEF, 1998.

BRASIL. Ministério da Educação e Cultura. Parâmetros Curriculares Nacionais Ensino Médio + Orientações Educacionais Complementares: ciência da natureza, matemática e suas tecnologias. Brasília: Ministério da Educação e Cultura, 2002.

BRASIL. Secretaria da Educação Fundamental. Parâmetros Curriculares Nacionais – Matemática. Brasília: MEC/SEF, 1997.

CARRAHER, D.W. A aprendizagem de conceitos matemáticos com auxilio do computador. In: ALENCAR, E.M.S.S. (Org.). Novas contribuições da psicologia aos processos de ensino e aprendizagem. São Paulo: Cortez, 1992. p. 10-55.


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