COLÉGIO
ESTADUAL DE RIO SONO
RELATÓRIO
DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO
PRÁTICA
DE ENSINO EM MATEMÁTICA DO ENSINO MÉDIO
7º
PERÍODO
Cassia
Salustiano Sales Moura
Estagiária
Prof.
Paulo Alexandre Oliveira
Supervisor
Palmas
– TO
2017
COLEGIO
ESTADUAL DE RIO SONO
RELATÓRIO
DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO
PRÁTICA
DE ENSINO EM MATEMÁTICA DO ENSINO MÉDIO
7º
PERÍODO
Relatório
de estágio apresentado como requisito parcial da disciplina estágio III, do
curso de licenciatura em matemática – PARFOR - UFT, Palmas – TO, sob a
orientação do Prof. Paulo Alexandre Oliveira.
Cassia
Salustiano Sales Moura
Estagiária
Prof.
Paulo Alexandre Oliveira
Supervisor
Palmas
– TO
2017
AGRADECIMENTOS
Agradeço
primeiramente a Deus que me deu energia e beneficio para a conclusão desse
trabalho.
A
minha família que sempre me apoia, mesmo nos momentos difíceis estão ao meu
lado: meu esposo, filho, mãe, irmãs.
Aos
meus colegas de classe e professores que estão a cada dia me ajudando e
incentivando a seguir em frente.
Agradeço
ainda a professora da escola que me recebeu com muito carinho e me auxiliou no
desenvolvimento do meu trabalho.
Enfim
agradeço a todas as pessoas que de um jeito ou outro me ajudaram e fizeram
parte dessa parte importante da minha vida.
SUMÁRIO
1. INTRODUÇÃO
O
presente relatório refere se ao Estagio Supervisionado III, do curso de
Matemática 7º período sob orientação do professor Paulo Alexandre Oliveira.
Estagio realizado no período de 20 a 22 de setembro de 2017, na turma da 1ª e
3ª série do Ensino Médio, nas aulas de matemática no Colégio Estadual de Rio
Sono.
O
Estagio Supervisionado visa fortalecer a relação entre a teoria e prática,
baseado no princípio de que o desenvolvimento de competências profissionais
implica no conhecimento adquirido, na vida acadêmica e na vida profissional. No
entanto, o estágio constitui um instrumento de conhecimento e de integração do
aluno na realidade social, econômica e do trabalho em sua área profissional.
O estágio foi desenvolvido na turma da 1ª série do Ensino
Médio. Os conteúdos trabalhados durante as aulas correspondem aos conteúdos
propostos no Referencial Curricular – Termo geral da P.A. Ângulos, Triângulos,
Quadriláteros. Para a realização das aulas foram elaborados planos de aulas,
nos quais os passos a passo utilizados foram: Competência, Habilidade,
Conteúdo, Metodologia, Recurso, Avaliação, referencias bibliográfica.
Foram
ministradas aula explicativas e expositivas; aplicação de avaliação bimestral, exercícios
propostos; correção comentada dos exercícios propostos; participação dos alunos
na correção dos exercícios.
Este
relatório traz em seu corpo informações sobre a escola na qual foi realizado o
estágio; Entrevista com a professora regente; Plano de Ensino; Plano de Aula;
Relato das Observações; Relato da Docência; Curiosidade do Estágio; Reflexão
sobre Avaliação; Projeto de Pesquisa e Referências.
2. IDENTIFICAÇÃO DA ESCOLA
O Colégio Estadual de Rio Sono começou a
funcionar em 1963 e foi regulamentado pela Lei de Criação nº 8.408, de
19/01/1978. Identificado pelo código estadual nº 110472701, CNPJ 01 184 376 /
0001-66, atualmente está jurisdicionado à Diretoria Regional de Gestão e
Formação de Palmas, localizado na zona urbana, Avenida Colegial, nº 381 Centro,
fone/fax (63) 3451-1144, e-mail riosono@ue.seduc.to.gov.br, município de
Rio Sono, Rio Sono - Tocantins, compõe esta gestão a Professora
Jacyone Pereira de Sousa como Diretora Geral e Maria Oneide Vargas da Cunha
Santos como Secretária Geral.
Atualmente oferece as seguintes modalidades:
* Ensino Fundamental: anos iniciais
e anos finais autorizados pela Res. Nº 007/89 C.E.E./ TO, reconhecida pela
Port. SEDUC nº 0704 de 14 de abril de 2015 e Parecer do C.E.E/TO nº 88/2015, de
27 de março de 2015.
* Ensino Médio - Curso Médio
Básico reconhecido pela Port. SEDUC nº 0938 de 16/04/2012, Parecer C.E.E – TO
nº 117/2012. Esta portaria ampara também a Extensão Brejo Fundo a partir
do ano de 2013 na Escola Municipal Bernardo Guimarães no povoado de Brejo Fundo
a 55 km de Rio Sono.
A organização da Secretaria
obedece à legislação vigente, a documentação referente à autorização e
reconhecimento de cursos está atualizada e arquivada em pasta específica, assim
como também os dossiês dos servidores.
A Secretaria dispõe ainda dos arquivos ativos e
passivos onde são arquivados todos os processos e documentos que dizem respeito
à vida escolar dos alunos e servidores ativos e inativos, também fazem parte
deste acervo da secretaria os livros atas onde são registrados os resultados
finais, conselhos de classe, adaptações, complementações, reuniões e demais
eventos que ocorrem na escola envolvendo servidores, alunos e comunidade, para
registros de reuniões e notas.
A escola funciona nos três turnos assim
distribuídos:
▪ Turno matutino: horário: das 7:00
às 11:25 hs, são atendidos 151 alunos da 2ª fase do Ensino Fundamental, uma
turma da 1ª série do Ensino Médio, duas turmas de alunos especiais atendidos em
Salas de Recursos Multifuncionais onde são atendidos 17 alunos, duas turmas do
Programa Mais Educação 40 alunos.
▪ Turno vespertino: horário: das
13:00 às 17:25 hs, são atendidos 46 alunos distribuídos em três turmas de 4º ao
5º ano do Ensino Fundamental regular, duas turmas de alunos especiais atendidos
em Salas de Recursos Multifuncionais onde são atendidos 21 alunos e duas turmas do
Programa Mais Educação 40 alunos.
▪ Turno noturno: horário: das 18:50
às 22:10 hs, são atendidos 111 alunos distribuídos em cinco turmas do
Ensino Médio Regular.
▪ Turno noturno: Extensão Brejo
Fundo: horário: das 18:50 às 22:10 hs, são atendidos 56 alunos distribuídos em três
turmas de Ensino Médio a qual funciona na Escola Municipal Bernardo Guimarães
no Povoado Brejo Fundo.
▪ Número total de alunos: 402
QUADRO
DE SERVIDORES DO ADMINISTRATIVO
|
Nº
|
NOME
DO SERVIDOR
|
FUNÇÃO
|
ESCOLARIDADE
|
PÓS
GRADUAÇÃO
|
|
01
|
Jacyone Pereira de Sousa
|
Diretora
|
3º grau - Pedagogia
|
Séries
Iniciais e Educação Infantil
|
|
02
|
Lília Borges Soares
|
Coord. Pedagógica
|
3º grau - Normal Superior
|
Séries
Iniciais e Educação Infantil
|
|
03
|
Denize Barros de O.Silva
|
Coord. Pedagógica
|
3º grau - Normal Superior
|
Psicopedagogia
|
|
04
|
Paulinelli Américo Nunes
|
Coord. Pedagógica
|
3º grau – Educação Física
|
|
|
05
|
Nelcinélia Pinheiro Silva
|
CAP
|
3º grau – Normal Superior
|
|
|
06
|
Shara Guimarães A. e Moura
|
CAP
|
3º grau – Pedagogia
|
-
|
|
07
|
Claudinei Francisco da Rocha
|
CAP
|
3º grau – Administração/
Complementação em Matemática
|
|
|
07
|
Maria Oneide V. C. Santos
|
Secretária Geral
|
3º grau - Normal Superior
|
Psicopedagogia.
|
|
08
|
Alberto Araújo Gomes
|
CAF
|
3º grau - Normal Superior
|
Orientação Educacional
|
|
09
|
Jacyvaldo pereira de Sousa
|
Aux. De Apoio Escolar
|
3º Grau - Pedagogia
|
-
|
|
10
|
Luís Nogueira Gama
|
Assist. Administrativo
|
2º grau - Magistério
|
-
|
|
11
|
Ivanilde Ribeiro Cardoso
|
ASG
|
2º grau - Médio Básico
|
-
|
|
12
|
Maria da Paz Lopes da Silva
|
ASG
|
2º grau – Médio Básico
|
-
|
|
13
|
Edinailde Araújo Pereira
|
ASG
|
2° grau – Incompleto
|
|
|
14
|
Sandra Aparecido Fonseca
|
ASG
|
2º grau – Médio Básico
|
-
|
|
15
|
Domingas Pereira da Silva
|
Merendeira Escolar
|
2° grau – Incompleto
|
-
|
|
16
|
Dinalva Nunes Caroba
|
Merendeira Escolar
|
2º grau – Médio Básico
|
-
|
|
17
|
Marileide Castro da Luz
|
Merendeira Escolar
|
1º grau completo
|
-
|
|
18
|
Velena Lopes Melo
|
Merendeira Escolar
|
1º grau incompleto
|
-
|
|
19
|
Antonio Nunes de Oliveira
|
Vigia Noturno
|
1º grau incompleto
|
-
|
|
20
|
Carlos Alberto P. Jardim
|
Vigia Noturno
|
1º grau incompleto
|
-
|
|
21
|
Osvaldino Ribeiro Gama
|
Vigia Noturno
|
1º grau incompleto
|
-
|
|
|
|
|
|
|
QUADRO DOS PROFESSORES
|
Nº
Ord
|
NOME DO
PROFESSOR
|
ESCOLARIDADE/
GRADUAÇÃO
|
PÓS -
GRADUAÇÃO
|
DISCIPLINA(S)
|
|
01
|
Adélia Gomes Martins Rodrigues
|
3º grau
|
Linguagens,
Arte, ED. Física
|
Filosofia, Sociologia, Biologia,
Arte,Geografia, História
|
|
02
|
Alcineide Ferreira Santos Gama
|
3º grau – Ciências/Matemática
|
-
|
Matemática
|
|
03
|
Ckélia Coelho Pereira
|
2º grau - Médio Básico
|
-
|
Professora Auxiliar – 4º ano
|
|
04
|
Clédison Cursino Alves
|
3º grau – Matemática
|
-
|
Física, Matemática, Química e
Filosofia 2º grau - Médio Básico
|
|
05
|
Edna Pereira Pinheiro
|
3º grau – Pedagogia
|
-
|
Português e Redação
|
|
15
|
Elizângela Marta Soares da C. Sousa
|
3º grau – Geografia
|
-
|
Língua Portuguesa
|
|
07
|
Francisco Vanderlei Irineu de Carvalho
|
3º grau – Matemática
|
-
|
Física e
Química.
|
|
07
|
Frederico Gama da S. Neto
|
3º grau – Pedagogia
|
-
|
Matemática,
Biologia e Química.
|
|
06
|
Gilcirene Gomes R. Rodrigues
|
3º grau – Normal Superior
|
-
|
4º ano Ens. Fund e Biologia - Ensino
Médio
|
|
08
|
Leylla Aires dos Santos
|
3º grau – Pedagogia
|
|
Língua Portuguesa, Redação, Arte,
Filosofia e Sociologia
|
|
17
|
Maria Aparecida da S. Xavier
|
3º grau – Pedagogia
|
-
|
História e Arte
|
|
08
|
Maria Vanderléia Moura Soares
|
3º grau – Letras
|
-
|
Líng. Portuguesa, Líng. Est. Mod.
Inglês, Espanhol e Educação Física.
|
|
|
Maria da Conceição B. G. Guimarães
|
3º grau – Pedagogia
|
-
|
Arte, Ens. Religioso e Educação Física
|
|
09
|
Railma Bezerra Soares
|
3º grau – Pedagogia
|
-
|
Filosofia e Socologia
|
|
|
Raimunda Alves de S. Rocha
|
3º grau – Pedagogia
|
-
|
5º Ano e Redação
|
|
10
|
Raimunda Araújo Ferreira
|
3º grau – Normal Superior
|
-
|
Sala de Recurso
|
|
11
|
Sara Walquíria V. Sales
|
3º grau – Pedagogia
|
-
|
Ling. Est. Mod. Inglês; Arte,Ciências
e História
|
|
13
|
Susana Alves Bezerra
|
3º grau – Geografia
|
Orientação
Educacional
|
Geografia, Arte, História, Ens.
Religioso
|
|
16
|
Vera Lúcia Rocha Xavier
|
3º grau - Normal Superior
|
Psicopedagogia
|
Sala de Recurso
|
2.1.
Histórico
O
Colégio Estadual de Rio Sono começou a funcionar em 1963 pertencendo à
Superintendência de Educação de Pedro Afonso, com o nome de Grupo Escolar de
Rio Sono, respondendo pela Direção o Sr. Altamir Alves Bezerra. Nessa época a
escola oferecia apenas a modalidade de Ensino Fundamental de 1ª a 3ª Série.
Fazendo parte do quadro (4) quatro professores, sendo eles: Djanira de Holanda
Lopes, Tarcísio Cerqueira Sales, Olinda Sales Cerqueira e Maria do Perpetuo
Socorro Alves Bezerra. A estrutura física era composta por (4) quatro salas de aula,
(1) uma sala para professores e (1) uma cantina a qual não era utilizada devido à
escola não dispor de recurso financeiro para aquisição dos gêneros alimentícios
necessários para servir a merenda escolar aos alunos.
No ano de 1965, a
Superintendência de Ensino de Pedro Afonso nomeou o primeiro diretor da escola
o Sr. Dionísio Lustosa Nogueira, permanecendo até 1967. Sendo substituído pelo
professor Tarcísio Cerqueira Sales, que permaneceu na função até 1972. De 1973 a 1976 assumiu o Sr. Raimundo Campos
de Arruda, que foi substituído pelo Sr. Leonel Alves Ferreira em 1977, quando o
mesmo implantou a 1ª Série Ginasial e mudou o nome para Escola de 1º Grau de
Rio Sono, permanecendo na função até 1979. Em 1980 assume a Direção Irmã Cecília Vier que no ano de
1981 implantou o 2º Grau - curso Técnico em Magistério, quando houve nova mudança de nomenclatura
passando a chamar-se Colégio Estadual de Rio Sono. Com o advento dessas mudanças, aconteceram também algumas
transformações na estrutura física do prédio as quais foram executadas com
recursos municipais, pois o mesmo pertencia ao Município. Mesmo assim a escola
passava por dificuldades, pois faltavam materiais didáticos e pedagógicos,
recursos financeiros bem como professores habilitados para atuarem no 2º Grau,
além disso, outro fator que contribuía para tais dificuldades era o difícil
acesso à Secretaria de Educação, pois na época pertencia a Goiás, vindo a melhorar
após a criação do Estado do Tocantins, pois se tornou bem mais fácil o acesso
por parte da escola aos órgãos superiores de educação, Diretoria Regional de
Ensino e Secretaria de Estado da Educação.
No ano de 1991
Cecília Vier deixou a função, a qual foi assumida pela professora Iraci
Guimarães Campos, que
embora com os recursos ainda centralizados desenvolveu seu papel da melhor
forma possível, permanecendo na função
até 1995. No mesmo ano assumiu a gestão
a professora Izabel Vanderlei Sales. Em 1996, foi
implantado o Programa Escola Autônoma de Gestão Compartilhada, instituído pelo
governo estadual. A partir de então, com a descentralização dos recursos,
ocorreram avanços significativos, pois a escola passou a gerenciar a
aplicabilidade dos mesmos e assim exercer sua autonomia procurando priorizar as
necessidades mais emergentes visando sempre à melhoria dos serviços prestados à
comunidade onde está inserida, Izabel permaneceu na função até julho de 2001. Em
agosto do mesmo ano, assumiu a gestão da escola a Professora Franciele Lima da
R. Madruga, que desenvolveu importante papel, no processo de democratização da
gestão escolar. A mesma permaneceu na função até dezembro de 2007. Em janeiro
de 2008, assumiu a gestão o Professor Alberto Araújo Gomes como Diretor Geral e
o Sr. Marco Aurélio Xavier como Diretor Administrativo Adjunto. Em março de
2009 assume a função de Diretor Administrativo Adjunto o professor João dos
Santos Sales Batista. A partir de janeiro de 2009 a Unidade de Ensino passou à
jurisdição da Diretoria Regional de Ensino de Palmas. Em janeiro de 2015 assume
a gestão da escola a professora JACYONE PEREIRA DE SOUSA.
O
Colégio Estadual de Rio Sono atende uma clientela bastante diversificada
principalmente nos aspectos econômicos, sociais e étnicos, sendo constituída
basicamente por filhos de pequenos agricultores, comerciantes, funcionários
públicos, índios e trabalhadores da economia informal. Vale enfocar que boa
parte desses alunos são oriundos de escolas municipais rurais, e que na maioria
das vezes chegam à escola com um índice de desenvolvimento cognitivo abaixo do
nível dos alunos alfabetizados nas escolas urbanas, especialmente os
matriculados no 6º e 7º anos do Ensino Fundamental, alguns têm dificuldades
para se adaptarem à nova realidade e terminam não atingindo resultado
satisfatório no final do ano letivo o que de certa forma vem contribuindo
significativamente para a elevação dos índices de reprovação nessas turmas.
Partindo da premissa de que os
princípios defendidos pelo Colégio Estadual de Rio Sono nesse documento, em
defesa do desenvolvimento dos estudantes em todo o seu percurso formativo,
fazem parte desse contexto, a avaliação poderá revelar o que está sendo
ensinado e aprendido. A avaliação da aprendizagem, no Colégio Estadual de Rio
Sono, é entendida como parte do processo de ensinar e aprender. Por isso, ganha
um caráter formativo, uma vez que redimensiona o planejamento do professor e,
consequentemente, sua prática. Por isso, se apresenta como elemento de
identificação e diagnóstico, mais do que elemento determinante de valores ou
julgamentos. Sob essa perspectiva, o colégio não concebe a lógica da avaliação
classificatória, que se constitui em um mecanismo arbitrário de controle da
realidade. O Colégio Estadual de Rio Sono compreende a avaliação da
aprendizagem como dinâmica processual, representada como um momento de análise
e apreciação diagnóstica do trabalho escolar, por meio da qual são averiguados
o alcance e a abordagem dos objetivos constantes do planejamento, com a
finalidade de redirecionar ou refazer o trabalho pedagógico, de forma a
garantir o alcance da finalidade educativa que os orienta. A aprendizagem é
considerada parte de uma ação coletiva que busca a formação dos estudantes em
seu percurso formativo, garantindo o desenvolvimento em todos os aspectos. No
Ensino Fundamental I e II, e no Médio, o processo se dá, também, pela
observação e registro, com a utilização de diferentes instrumentos avaliativos,
com critérios definidos no planejamento de cada professor. A organização do
registro e os resultados da avaliação estão descritos no Regimento da Escola. A
Escola participa, pela sua condição institucional, das provas externas e do
Exame Nacional do Ensino Médio.
O Projeto Político Pedagógico foi reelaborado para nortear as
ações educativas, administrativas e políticas, visando contribuir para a construção
da autonomia da escola, de forma democrática, buscando soluções para minimizar
as dificuldades no processo de ensino e aprendizagem.
2.2. Caracterização Física
O Colégio Estadual
de Rio Sono conta com uma área de 9.105,90M² sendo que o prédio ocupa uma área
construída de 936,17 M² e uma área livre de 8.169,73 M². Contém 08 salas de
aula, 02 salas de recurso, 01 sala de laboratório de informática 01 sala de
professores, 01 sala para Coordenação Pedagógica, 01 sala da direção, 01 sala
do financeiro, 01 sala para secretaria, 01 sala para biblioteca, 01 depósitos,
01 cantina, 02 sanitários para uso dos alunos e 02 sanitários para uso dos
servidores, 11 área de circulação, uma quadra poliesportiva com cobertura.
É necessário tomar algumas providências para
melhoraria do espaço escolar, são elas:
1- Ampliação dos espaços para o Administrativo: Financeira e
sala da direção.
2-
Construção
de uma sala para vídeo ou (auditório).
3-
Construção
de uma sala para Almoxarifado.
4-
Construção
de campo de areia para voleibol.
5-
Construção
de uma sala para o Grêmio Estudantil.
6- Adequação das instalações para alunos com Transtorno
Global do Desenvolvimento Altas Habilidades e Superdotação,
7-
Ampliação e
reforma do muro da escola e troca dos portões.
8-
Reforma da
quadra poliesportiva
9-
Reforma nas
instalações hidráulicas e elétricas.
2.3.
Projeto
Político Pedagógico
O
Colégio Estadual de Rio Sono executará suas ações pedagógicas baseando-se na
visão sócio-interacionista, primando
pela qualidade do ensino e aprendizagem, tendo o aluno como centro do processo
de construção do conhecimento, valorizando o trabalho em sala e extraclasse,
destacando a leitura a escrita e a produção textual como imprescindíveis no
processo de aprendizagem e de formação integral do individuo.
No que diz respeito à
evolução do rendimento escolar nos últimos três anos, constatou-se que houve
ligeira oscilação nos índices ora para cima ora para baixo, e em 2015
reduziu-se o índice de reprovação e de abandono conforme mostra os quadros
abaixo.
Indicadores
de desempenho da escola:
Taxa
de aprovação/reprovação/abandono/distorção nos últimos 03 anos/
IDEB/Prova
Brasil/Enem
Ensino
Fundamental de 4º ao 5º ano -
|
Indicador/ano
|
Taxa de Aprovação %
|
Taxa de Reprovação %
|
Taxa de Abandono %
|
Taxa de Distorção
Idade/Série %
|
|
2013
|
97.81
|
2.18
|
00
|
10.56
|
|
2014
|
93.13
|
6.86
|
00
|
8.41
|
|
2015
|
95.00
|
5.00
|
00
|
8.23
|
|
2016
|
89.00
|
11.00
|
00
|
11.00
|
Ensino
Fundamental de 6º ao 9º ano -
|
Indicador/ano
|
Taxa de Aprovação
%
|
Taxa de
Reprovação %
|
Taxa de
Abandono %
|
Taxa de
Distorção Idade/Série %
|
|
2013
|
87.96
|
12.03
|
1.50
|
28.88
|
|
2014
|
72.22
|
27.77
|
3.73
|
32.71
|
|
2015
|
96.00
|
4.00
|
00
|
23.93
|
|
2016
|
90.00
|
10.00
|
1.0
|
21.00
|
Ensino Médio
|
Indicador/ano
|
Taxa de
Aprovação %
|
Taxa de Reprovação
%
|
Taxa de
Abandono %
|
Taxa de
Distorção Idade/Série %
|
|
2013
|
91.92
|
8.07
|
6.83
|
64.28%
|
|
2014
|
95.21
|
4.78
|
7.87
|
75.92
|
|
2015
|
97.25
|
2.75
|
1,64
|
84,81
|
|
2016
|
96.00
|
4.00
|
3.00
|
44.00
|
IDEB DA UNIDADE ESCOLAR ENSINO
FUNDAMENTAL
|
ANO
|
ANOS
INICIAIS
E.
F
|
ANOS
FINAIS E. FUND
|
||
|
OBS.
|
PROJ.
|
OBS
|
PROJ
|
|
|
2009
|
4.1
|
4.3
|
3.3
|
3.2
|
|
2011
|
4.9
|
4.7
|
3.6
|
3.5
|
|
2013
|
5.4
|
5.0
|
3.7
|
3.9
|
|
2015
|
4.8
|
5.3
|
4.1
|
4.3
|
PROVA BRASIL
– ENSINO FUNDAMENTAL
|
ANOS INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL – 5º ano
|
|||||||||
|
PORTUGUÊS
|
MATEMATICA
|
||||||||
|
2009
|
2011
|
2013
|
2015
|
2009
|
2011
|
2013
|
2015
|
||
|
165.03
|
192,82
|
192,24
|
192.15
|
185.58
|
203,63
|
214,11
|
192.58
|
||
|
ANOS FINAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL – 9º ano
|
|||||||
|
PORTUGUÊS
|
MATEMATICA
|
||||||
|
2009
|
2011
|
2013
|
2015
|
2009
|
2011
|
2013
|
2015
|
|
217.48
|
221,45
|
219,48
|
223.17
|
220.90
|
235,20
|
237,20
|
237.91
|
DIAGNÓSTICO
Verificou-se que os maiores problemas que interferem
negativamente no cotidiano e nos índices da escola são: 1- a indisciplina
(embora em um nível bem menor do que já foi em anos anteriores); 2- a falta
de perspectivas de boa parte dos alunos; 3- pouco interesse nas avaliações
externas; 4- baixo grau de escolaridade da maioria das famílias; 5- falta de
acompanhamento de boa parte dos pais ou responsáveis à vida escolar dos filhos.
Portanto, é pensando nos problemas detectados e mencionados acima que a escola
implementará metas e ações que possibilitem solucionar ou pelo menos
minimizá-los. E para melhor efetivar essas ações, a escola estabelecerá
parcerias com o Conselho Tutelar, Polícia, Ministério Público, Secretaria de
Assistência Social e Comunidade.
Aspectos
que tornam a escola eficaz
Em relação à eficácia, percebe-se que ainda há um longo
caminho a ser percorrido para ser considerada uma escola de excelência, porém,
destacam-se alguns aspectos positivos que vem contribuindo para o avanço
sistemático da melhoria dos trabalhos desenvolvidos
pela U.E tais como:
·
Quadro de
professores graduados e efetivos – a efetividade oferece acima de tudo maior
segurança ao servidor e isso possibilita o desenvolvimento de um trabalho de
melhor qualidade;
·
Gestão
participativa – a escola tem procurado na medida do possível em fortalecer a
participação dos segmentos que compõe a sua gestão nas tomadas de decisões
visando garantir o cumprimento do princípio da gestão democrática do ensino
público como estabelece a LDB;
·
Trabalho
coletivo – o trabalho coletivo é um mecanismo imprescindível para o
fortalecimento da gestão democrática;
·
Parcerias
com instituições – nos últimos anos a escola tem avançado bastante nesse aspecto
e isso vem contribuindo positivamente na melhoria dos trabalhos e em alguns
índices da escola (evasão, gravidez, dengue e outros), principais parceiros:
Conselho Tutelar, Ministério Público, Policia Secretaria Municipal de Saúde e
de Assistência Social.
VISÕES ESTRATEGICAS
Assegurar o acesso e permanência com sucesso, em igualdade de
condições a todos os educandos, primando por um ensino de qualidade,
objetivando a formação de cidadãos críticos, participativos e capazes não só de
entender, mas, sobretudo de agir na transformação da sociedade.
4.
Visão de Futuro
Promover aos alunos, um sólido domínio de
conhecimentos e habilidades intelectuais, pensamento crítico e criativo,
contribuindo para a formação do cidadão capaz não só de entender, mas,
principalmente de participar da transformação social na busca por uma sociedade
mais justa e igualitária.
5.
Valores
Atitudes de respeito, cidadania, ordem, ética, liberdade e
igualdade.
5.1. Breve caracterização da comunidade
A escola está inserida numa comunidade
carente, onde as pessoas vivem da agricultara de subsistência, alguns de
serviços temporários prestado ao governo estadual e municipal e de programas
sociais como o da bolsa família e com o nível sócio econômico baixo.
A maioria das famílias tem o
Ensino Fundamental completo assim como o Ensino Médio, elas participam das
reuniões escolares, dessa forma mostra se uma visão do que a escola representa
para o futuro da comunidade.
6.
ENTREVISTA COM O (A)
PROFESSOR(A)
O USO DA TECNOLOGIA NA EDUCAÇÃO
MATEMÁTICA
1- Como você vê o uso
das tecnologias digitais nas aulas de matemática?
( ) Muito boa, pois atrai o interesse dos
alunos.
( ) Desnecessária, pois o tradicional é o que
faz o aluno aprender mesmo.
( ) Boa, porém tem que saber usar com regra.
2- Com que frequência você
utiliza recursos tecnológicos nas aulas de matemática?
( ) Nunca.
( ) As vezes.
( ) Constantemente.
3- Quais os recursos
tecnológicos você utiliza nas aulas de matemática?
4- Como você vê o uso
das tecnologias no ensino e aprendizagem das aulas de matemática?
( ) Uma ótima porção de recursos pedagógicos,
atraindo o interesse dos alunos.
( ) O uso das tecnologias é muito bom para
desenvolver uma aprendizagem mais motivadora.
( ) Acredito ser um recurso de grande
importância e apoio no processo ensino-aprendizagem.
( ) Vejo que em algumas escolas a tecnologia é
pouca utilizada, por não saberem utiliza-las.
5- Quais as vantagens da
utilização dos recursos tecnológicos processo pedagógico escolar?
7. FATORES OBSERVADOS
Durante
o período de observação e regência pode se perceber que é de suma importância:
·
Um bom planejamento das aulas;
·
Motivação da classe;
·
Acompanhamento individualizado aos alunos;
·
Uma boa metodologia de ensino;
·
Acompanhamento dos pais;
·
Um acompanhamento diferenciado aos alunos com
necessidades especiais;
·
Metodologias diferenciadas;
·
Acompanhamento pedagógico aos professores
(Coordenador Pedagógico, Diretor, Orientador, etc)
8. PLANO DE ENSINO
O
Plano de Ensino Utilizado para a realização e construção do plano de aula do estágio
de docência foi construído pela professora regente; a mesma utilizou recursos
como livros didáticos, sites da internet, livros paradidáticos, referencial
curricular, entre outros recursos disponíveis na Unidade de Ensino.
O
Plano de ensino é inserido no SGE (Sistema de Gerenciamento Escolar) programa
da Secretaria Estadual de Educação do Estado do Tocantins. Através desse
sistema informatizado, tanto as Diretorias Regionais de Ensino quanto a
Secretaria de Educação ficam a par do que é proposto e trabalhado com os alunos
em todas as escolas do Estado.
9. PLANOS DE AULAS
Escola:
Colégio Estadual de Rio Sono
Professora:
Alcineide Ferreira dos Santos Gama
Ensino
Médio Disciplina: Matemática 1ª série
Data:
20/09/2017 á 22/09/2017
Tema: Sequencias Numérica e P.A
|
CONTEÚDOS
|
METODOLOGIA
|
BIBLIOGRAFIA
|
RECURSOS DIDÁTICOS
|
AVALIAÇÃO
|
OBSERVAÇÕES
|
|
Número de Operações:
Progressões Aritméticas e Geométricas:
- Sequências
Numéricas e
P.A.
|
( x )participação
dos alunos
( x )aulas expositivas,
( x ) análise de textos, figuras e gráficos
( X )seminário
( x ) correção comentada
( x ) trabalhos em classe
Ou na biblioteca
( x )debate
( x ) outros
|
DANTE, Luiz Roberto.
Matemática: contexto e aplicações. São Paulo, Ártica 2010.
DANTE, Luiz Roberto.
Matemática: volume único. São Paulo, Ártica 2005.
|
( x ) Livros
( ) Som
( x ) Vídeos
( x ) Revista
( ) Jornal ( x) Data show
( x ) Outros:
|
A avaliação será continua, formativa e processual,
Vista como
instrumento de aprendizagem
|
Os conteúdos propostos
poderão ser alterados ao longo do processo de acordo com as habilidades dos
alunos.
|
.
10. RELATOS DAS OBSERVAÇÕES
Antes das
observações serem realizadas, houve o contado com a direção, coordenação
escolar, assim como o contado com a professora regente, para a autorização das
observações.
A
professora Alcineide Ferreira Santos Gama foi muito hospitaleira, me recebeu
muito bem e me apresentou aos alunos para os quais eu expliquei o porquê de
estar ali. A mesma me disponibilizou todos os materiais utilizados para as
aulas para cópia.
A observação foi realizada nas
turmas da 1ª e 3º série do Ensino Médio no Colégio Estadual de Rio Sono,
município de Rio Sono Tocantins, pertencente a regional de Ensino de Palmas.
As salas de aula é um espaço não muito grande, que
comporta na 1º série “A” 32 alunos, 1ª série “B” 25 alunos, 3ª série “A” 18
alunos e 3ª série “B” 18 alunos. A professora organiza as
carteiras em filas. O planejamento do professor é feito semanalmente, orientado
pela coordenadora pedagógica e o registro é feito no caderno do professor.
Seguindo o plano de aula, a primeira aula observada
na turma da 1ª série “A”, a professora desenvolveu uma aula exemplificativa
sobre sequência numérica PA; a partir dos exemplos propôs exercícios de
aprendizagem e correção do mesmo. Durante a resolução das atividades a
professora fez acompanhamento aos mesmos de carteira em carteira. Assim
ajudando os mais necessitados e retirando as dúvidas dos alunos.
A segunda aula observada foi na turma da terceira
série “A” do Ensino Médio, na qual o conteúdo trabalhado foi Operações com
números complexos, Aplicação da Avaliação Bimestral. Alunos em fileiras,
avaliação individual.
Terceira aula observada – turma da 1ª série “A” –
continuação da aula anterior do conteúdo sequência numérica PA. A professora
regente organizou a sala em grupos de 5 alunos, cada grupo com um aluno
monitor, para resolução de exercícios propostos. Durante a aula a professora acompanhou
grupo a grupo.
Na quarta aula observada, o conteúdo trabalhado foi
Operações com números complexos, na turma da 3ª série “B”. Nesta aula a
professora trabalhou o desenvolvimento de exercícios de fixação em grupo com
alunos monitores. A professora fez o acompanhamento dos grupos durante o
decorrer da aula tirando dúvidas e orientando quanto a resolução das questões.
A quinta aula de observação foi realizada na turma
da primeira série “B”, a professora regente deu continuidade com o conteúdo de
sequência numérica PA, a aula se deu com a resolução de exercícios propostos em
grupo com alunos monitores, sempre acompanhados da educadora.
Na sexta aula de observação, que ocorreu na sala da
1ª série “A”, a professora deu sequência ao conteúdo de Progressão Aritmética,
levou a turma para o laboratório de informática, os alunos assistiram um vídeo
aula sobre o termo geral de uma PA. A professora no decorrer do vídeo pausava e
exemplificava o conteúdo.
Cada aula teve duração de 50 minutos, todas bem
planejadas e executadas, a professora regente demonstrou ter domínio de sala e
de conteúdo, trabalhou de forma tradicional utilizando livro didático, quadro
negro e também trabalhou de forma diferenciada utilizando da tecnologia
oferecida na Unidade de Ensino.
Portanto, diante do que foi observado percebe se a
importância do planejamento para o desenvolvimento de uma boa e proveitosa
aula. Além disso, o professor deve ser criativo, buscando a cada dia a inovação
de suas aulas para melhor aprendizagem.
10.1.
Dos alunos
Observou
se que os alunos em sua maioria conseguem compreender e aprender o conteúdo
propostos pela professora. Os mesmos interagem fazendo perguntas do conteúdo
propostos. Realizam em sala as atividades com o auxílio da professora. Porém
observou se que boa parte dos alunos que estudam no período noturno são
faltosos e chegam atrasados aos aulas devido trabalharem. A minoria dos alunos
possui dificuldades de aprendizagem, tendo maior necessidade de acompanhamento
nas atividades propostas.
10.2.
Metodologia
da professora
Quanto
à metodologia usada pela professora, observa se que é muito dinâmica. Pois, a
mesma procura usar diferentes ferramentas para satisfazer a necessidade de cada
aluno. Buscando assim uma melhor qualidade de ensino aprendizagem.
10.3.
Materiais
didáticos
A
professora utilizou em suas aulas diversos materiais pedagógicos para melhor
expor o conteúdo a seus alunos. Tais como: vídeos, slides, jogos educativos,
livros didáticos, quadro negro, computador, data-show, entre outros.
11. RELATOS DAS DOCÊNCIAS
O
objetivo deste relatório é informar sobre a realização do Estágio de Docência.
O mesmo ocorreu na Escola Estadual Imaculada Conceição, localizada no povoado
de Mansinha, Município de Rio Sono To.
Este
estágio foi realizado no período de 25 á 27 de outubro de 2017 na turma da 1ª
série do Ensino Médio nas aulas de Matemática.
Metodologias
utilizadas em aula:
Ø 02/10/17 – Equações
Lineares – Aula introdutória – apresentação do conteúdo seguido de exposição de
Vídeo aula. No decorrer do vídeo aula pausa para informações complementares.
Ø 03/10/17 – Sistema
de equações Lineares – Exemplificação do conteúdo utilizando a lousa e livro
didático (momento tira dúvidas).
Ø 06/10/17 – Trabalhando
exercícios propostos do livro didático – Resolução dos mesmos em grupo com
alunos monitores sobre sistemas de equação lineares e acompanhamento da
professora regente.
Ø 09/10/17 –
Continuação da aula anterior com resolução dos exercícios propostos em grupo
com alunos monitores sobre sistemas de equações lineares e acompanhamento da
professora regente.
Ø 10/10/17 – Correção
comentada dos exercícios sobre sistemas de equações lineares.
Ø 13/10/17 – Aula
exemplificativa – Sistemas Lineares 2x2, resolução pelo método da adição e
substituição. Utilização da lousa e livro didático.
Ministrar
aula é algo que exige do professor sabedoria, criticidade, dinamismo e
maleabilidade, pois cada aula é única, é especial, é uma doação do indicar o
caminho a cada criança, adolescente, a cada jovem que tem pela frente um
caminho longo a trilhar na busca do saber.
Portanto
há a necessidade de primeiramente amar a profissão, amar o que faz, buscando
sempre superar os erros e melhorar a prática de mediador da aprendizagem.
11.1.
Dos alunos
Observa
se que boa parte da classe de aula é interessada em aprender o conteúdo,
procura está sempre atentos a explicação e orientações feita pela professora.
Todavia há aqueles que deixam a desejar por ser indisciplinado, desinteressado.
Existem também aqueles que têm dificuldades de aprendizagem. Os alunos resolvem
as atividades propostas em sala com o auxílio da professora. Porém quando os
exercícios propostos são para casa, percebe se que a maioria não resolve
trazendo de volta os exercícios sem responder.
11.2.
Metodologia
Adotada
A
metodologia adotada pela professora é interessante, a mesma procura sempre ter
a participação dos alunos na correção dos exercícios propostos levando os ao
quadro negro. São aulas com correção comentada dos exercícios propostos,
exposição dos conteúdos em cartazes, Vídeo aula.
11.3.
Materiais
didáticos
São
utilizados para a realização das aulas planejada: quadro negro, livro didático,
exercícios de sites da internet, vídeo aula, entre outros recursos didáticos. É
importante destacar que a escola não oferece muitos recursos didáticos à
professora.
12. CURIOSIDADES DO ESTÁGIO
No
decorrer do estágio há varias situações curiosas como:
·
Aula melhor planejada e ministrada pelos
professores ao saber que estão sendo observados;
·
Maior participação e interesse dos alunos nas
aulas ministradas pelo estagiário;
·
Curiosidade dos outros professores com o
desenvolvimento das aulas pelos estagiários;
13. REFLEXÕES SOBRE AVALIAÇÕES
Sabe
se que a avaliação faz se presente em todos os domínios da atividade humana. O
“julgar”, o “comparar”, isto é, o “avaliar” faz parte de nosso cotidiano.
A avaliação no contexto escolar
realiza-se segundo objetivos escolares implícitos ou explícitos, que, por sua
vez, refletem valores e normas sociais. Segundo Villas-Boas (1998, p. 21), “as
práticas avaliativas podem, pois, servir a manutenção ou a transformação
social”. Ainda segundo Villas-Boas, a avaliação escolar não acontece em
momentos isolados do trabalho pedagógico; ela o inicia, permeia todo o processo
e o conclui.
No entanto, em qualquer nível de
ensino em que ocorra, a avaliação não existe e não opera por si mesma; está
sempre a serviço de um projeto ou de um conceito teórico, ou seja, é denominada
pelas concepções que fundamentam a proposta de ensino, como afirma Caldeira
(2000):
A
avaliação escolar é um meio e não um fim em si mesma; está delimitada por uma
determinada teoria e por uma determinada prática pedagógica. Ela não ocorre num
vazio conceitual, mas está dimensionada por um modelo teórico de sociedade, de
homem, de educação e, consequêntemente, de ensino e de aprendizagem, expresso
na teoria e na pratica pedagógico. (p.122)
Essa idéia de que avaliar o processo
de ensino e de aprendizagem não é uma atividade neutra ou destituída de
intencionalidade nos faz compreender que há um estatuto político e
epistemológico que dá suporte a esse processo de ensinar e de aprender que
acontece na prática pedagógica na qual a avaliação se inscreve.
Dessa forma, observa se que a
avaliação como prática escolar, não é uma atividade neutra ou meramente
técnica, isto é, não se dar num vazio conceitual, mas é dimensionada por um
modelo teórico de mundo, de ciência e de educação, traduzida em prática
pedagógica.
Na condição de avaliador desse
processo, o professor interpreta e atribui sentidos e significados a avaliação
escolar, produzindo conhecimentos e representações a respeito da avaliação e
acerca de seu papel como avaliador, com base em suas próprias concepções,
vivências e conhecimentos. Neste sentido, Sordi (2001) afirma:
Um
a avaliação espelha um juízo de valor, uma dada concepção de mundo e de
educação, e por isso vem impregnada de um olhar absolutamente intencional que
revela quem é o educador quando interpreta os eventos da cena pedagógica.
(p.173)
Assim, conclui se que a avaliação
escolar é um processo que independentemente o tempo em que ocorre ou como
ocorre, a mesma é de suma importância na vida escolar de cada educador e
educando no que diz respeito ao ensino e a aprendizagem escolar.
14. PROJETO DE PESQUISA
PROJETO DE OFICINA PEDAGÓGICA
A UTILIZAÇÃO DE RECURSOS TECNOLÓGICOS PARA
O DESENVOLVIENTO DAS AULAS DE GEOETRIA: TRIÂNGULOS PARA 1ª SÉRIE DO ENSINO
MÉDIO
ACADÊMICAS:
Cássia Salustiano Sales Moura e Elizangela Sousa da Cunha Costa
ORIENTADOR:
Prof. Me. Paulo Alexandre Oliveira
PALMAS
– TO
2017
UNIVERSIDADE FEDERAL DO TOCANTINS
PROJETO DE OFICINA PEDAGÓGICA
A UTILIZAÇÃO DE RECURSOS TECNOLÓGICOS PARA
O DESENVOLVIENTO DAS AULAS DE GEOETRIA: TRIÂNGULOS PARA 1ª SÉRIE DO ENSINO
MÉDIO
Projeto de oficina pedagógica apresentado
ao curso de Matemática – Parfor – UFT, como requisito parcial da disciplina
Estágio 3, 2017/08. Orientado pelo prof. Me. Paulo Alexandre Oliveira
PALMAS
– TO
2017
SUMÁRIO
INTRODUÇÃO
Esta pesquisa surgiu da problemática: A falta
da utilização de recursos tecnológicos no ensino de geometria plana na 1ª série
do Ensino Médio no Colégio Estadual de Rio Sono, sendo importante e dinâmico o
uso de novas tecnologias para facilitar o ensino e aprendizagem.
O ensino da geometria
desenvolve a capacidade de resolver problemas práticos do cotidiano, pois o
mesmo faz se presente em diversas situações que ocorrem no dia – a – dia, neste
contexto o aluno desenvolve pensamentos que permite – lhe compreender,
descrever e representar essas formas organizadas. (BRASIL, 1998).
O presente projeto é de grande
importância, pois o mesmo oferece uma ferramenta de apoio aos docentes para uma
aula interativa e dinâmica, na qual os educandos fortalecem o desenvolvimento
da aprendizagem em relação ao conteúdo proposto na aula.
Novas
maneiras de pensar e conviver estão sendo elaboradas no mundo das Telecomunicações
e da informática, e a escola está sendo influenciada por essas perspectivas.
A
educação escolar vem acompanhando o ritmo do progresso das TIC, influenciando e
sendo influenciada pela sociedade contemporânea e suas características,
adaptando-se ao processo de evolução tecnológica. Essa situação representa,
para a escola, exigências complexas nas políticas, nos currículos e nas
práticas, de modo que se prepare o indivíduo para dominar os conteúdos
historicamente acumulados pela humanidade no seu processo de construção,
simultaneamente à possibilidade de desenvolvimento de estratégias de ação
articuladas às exigências sociais (TEZANI, 2011, p. 37).
REVISÃO DA LITERATURA
A Tecnologia da Informação e
Comunicação (TIC), é uma ferramenta que tem como objetivo facilitar a
comunicação e o alcance de um alvo comum. A mesma beneficia a produção industrial,
sendo muito útil na potencialização dos processos de comunicação e na revolução
das pesquisas cientificas.
Segundo Tezani (2011, p, 36)
‘’ as Tecnologias da Comunicação e da Informação (TIC) permite a interação num
processo contínuo, rico e indispensável, que disponibiliza a construção
criativa e o aprimoramento constante rumo a novos aperfeiçoamentos”.
Para Almeida (p, 71) ‘’ o uso
da TIC com vista à criação de uma rede de conhecimentos favorece a
democratização do acesso a informação, a troca de informações e experiências,
compreensão crítica da realidade e o desenvolvimento humano, social, cultural e
educacional”.
Nesta ótica, o indivíduo é
envolvido em uma grande teia de conhecimento pública ou privada, proporcionando
uma nova visão de mundo, caminhando rumo a uma sociedade justa e igualitária.
O uso das TICs na disciplina
de matemática, atualmente se tornou um método muito importante para o ensino,
facilitando na resolução de cálculo, confecções de tabelas e gráficos usando
planilhas eletrônicas, desenvolvendo também a capacidade cognitiva do aluno.
De acordo com Bagestão (2012),
o uso das TICs no ensino da matemática é atrativo para a resolução de cálculos,
assim como também à correção dos mesmos.
A Informática Educativa privilegia a
utilização do computador como ferramenta pedagógica que auxilia no processo de
construção do conhecimento. [...] o computador é um meio e não um fim, devendo
ser usado considerando o desenvolvimento dos componentes curriculares. [...] o
computador transforma-se em um poderoso recurso de suporte à aprendizagem, com
inúmeras possibilidades pedagógicas, desde que haja uma reformulação no
currículo, que se crie novos modelos metodológicos e didáticos, e
principalmente que se repense qual o verdadeiro significado da aprendizagem.
(ROCHA, 2008, p. 03)
Uso da Tecnologia no Ensino da Geometria
Infelizmente a geometria é um conteúdo
pouco desenvolvido em sala de aula devido à falta de interesse dos alunos
espontaneamente e muitas vezes pelo fato dos professores não utilizarem
metodologias diferenciadas, bem como o uso das tecnologias.
No entanto, a Geometria tem tido pouco
destaque nas aulas de Matemática e, muitas vezes, confunde-se seu ensino com o
das medidas. Em que pese seu abandono, ela desempenha um papel fundamental no
currículo, na medida em que possibilita ao aluno desenvolver um tipo de
pensamento particular para compreender, descrever e representar, de forma
organizada, o mundo em que vive. Também é fato que as questões Geométricas
costumam despertar o interesse dos adolescentes e jovens de modo natural e
espontâneo. (BRASIL, 1998, p.122)
Segundo Barbosa (2008, p.4) afirma que
“... a Geometria quase sempre é apresentada na última parte do livro,
aumentando a possibilidade de ela não vir a ser estudada por falta de tempo
letivo”. Todavia, percebe-se que esse critério vem tomando rumo diferente,
estudo mais comprovam que alguns livros didáticos já trazem uma abordagem
geométrica distribuída no decorrer dos capítulos.
Apesar
de estarmos vivendo em um mundo cheio de novas tecnologias, infelizmente o uso
do computador em sala de aula é pouco utilizado, percebe-se que um dos
principais motivos é a falta de preparo dos educadores para a utilização dessa
ferramenta. É evidente que alguns educadores possuem domínio em utilizar o
computador, porém falta conhecimento de softwares que podem ser utilizados no
ensino da matemática.
O
uso das tecnologias está presente nas propostas de ensino PCNs.
O
computador que pode ser usado como elemento de apoio para o ensino [...] Mas
também como ferramenta para o desenvolvimento de habilidades. o trabalho com o
computador pode ensinar o aluno a aprender com seus erros e aprender junto com
seus colegas, trocando produções e comparando-as. (BRASIL, 1997, p.48).
O
software GeoGebra é um programa bem conhecido e utilizado no meio matemático,
com finalidade de ajudar e oferecer uma melhor acessibilidade dinâmica e
interação entre os alunos nas aulas.
Ainda
sobre o GeoGebra é um programa matemático, desenvolvido com a finalidade de
ampliar o conhecimento no contexto escolar, aplicativo no qual se trabalha o
conceito de Geometria e Álgebra.
No
GeoGebra desenvolve-se com os alunos os conceitos de triângulos, bem como se
trabalha a soma dos ângulos internos e externos de um triângulo qualquer. Sendo
o mesmo um software de suma importância para um bom desenvolvimento das aulas
de matemática.
JUSTIFICATIVA
Os alunos da 1ª série do
Ensino Médio, da Escola Estadual Imaculada Conceição, apresentam dificuldades
no aprendizado do conteúdo de geometria plana: soma dos ângulos internos e
externos. Através desse projeto, espera-se promover um ensino aprendizagem
eficaz com o uso de recursos tecnológicos no desenvolvimento das aulas de
matemática.
Pesquisas mostram que a
utilização da tecnologia facilita o processo de ensino aprendizagem, os quais
proporcionam ao aluno desenvolver suas habilidades contribuindo para o seu
conhecimento a partir da interação com o ambiente. (CARRAHER,1992; MARTINS,
2008; COLL, SOLÉ, 2009).
A utilização de recursos como
por exemplo: instrumento de desenvolvimentos, jogos, vídeos, softwares,
facilitam o compromisso dos alunos nas atividades propostas (BRASIL, 2002;
SOUZA, 2006; GRAVEN,2011; COSTA; TENÓRIO, 2014, LEITE; TENÓRIO, 2014).
Na escola observa-se que a sua
maioria dos professores não utilizam recursos tecnológicos nas aulas de
matemática, portanto este projeto tem como objetivo resolver este problema,
apresentando aos docentes alguns recursos tecnológicos bem como sua importância
no desenvolvimento das aulas, afim de proporcionar aos alunos um ensino de
qualidade.
Neste contexto, bom exemplo de
software educativo matemático é o GeoGebra, que funciona como ferramenta
dinâmica e interativa e como laboratório de aprendizagem
OBJETIVOS.
1.
Geral
Ensinar noções de geometria
plana no triângulo utilizando o software GeoGebra.
2. Específicos
1.
Fazer apresentação do projeto e seus objetivos;
2.
Apresentar o software GeoGebra;
3.
Ensinar os alunos a utilizar o software
GeoGebra;
4.
Ensinar os alunos a calcular a soma dos ângulos
internos e externos de um triângulo.
METODOLOGIA
A oficina será desenvolvida em 4 etapas, descritas abaixo:
1ª Etapa: (40 min) nesta etapa será apresentada o projeto da oficina bem
como seus objetivos, sendo o objetivo mostrar a importância e a grande
contribuição dos recursos tecnológicos e do software GeoGebra nas aulas de
geometria. Será utilizado para a realização desta etapa o Data show.
2ª Etapa: (1h:30 min) nesta etapa o programa será apresentado aos alunos
com uso do Data Show, no laboratório de informática da escola De início será
indagado aos alunos se conhecem ou se já ouviram falar no programa (GeoGebra).
Em seguida os alunos serão incentivados a manusear o software, a estarem
mudando os valores dos ângulos do triângulo apresentado.
3ª Etapa: (1h) nesta etapa serão utilizados o Data Show e o laboratório
de informática da escola, para ensinar os alunos a utilizar o programa
GeoGebra, passando exercícios nos quais eles resolveram em grupo, com auxílio
do professor.
4ª Etapa: (50 min) nesta etapa será aplicado aos alunos em sala de aula,
uma lista de exercícios propostos sobre a soma dos ângulos internos e externos
de um triângulo qualquer, auxiliando –os na resolução dos mesmos.
7
– AVALIAÇÃO DA OFICINA
Avaliação
da oficina
Com o objetivo de ensinar o
básico sobre o GeoGebra, mostrar a importância e a grande
contribuição dos recursos tecnológicos e do software nas aulas de geometria, apresentar o aplicativo, manusear e ensinar
como calcular a soma dos ângulos internos e externos do triângulo, foi proposto
a realização de uma oficina dividida em quatro etapas, realizadas em quatro
encontros. Em função da falta de laboratório de informática, utilizou-se a sala
dos professores para a realização dos encontros.
Nos encontros, foram
explicados os objetivos da realização da oficina, a metodologia apresentada e
sugestões de alguns recursos tecnológicos que podem ajudar na sala de aula, bem
como: vídeos, Datashow, computadores, sites e software.
De início foi realizado alguns questionamentos aos
alunos sobre o uso do (GeoGebra). Em seguida os alunos começaram a manusear o
aplicativo, alguns
sentiram dificuldades, necessitando-se de um maior acompanhamento.
Intercalando a teoria com a
pratica, foi possível repassar alguns conhecimentos sobre o programa,
informações sobre o aplicativo, e como utiliza-los para calcular a soma dos
ângulos.
Após o primeiro contato dos
alunos com o programa e repasse de algumas informações sobre o aplicativo e
como utiliza-los, foi utilizado o Data Show, para ensinar os
alunos a utilizar o programa GeoGebra, assim os alunos foram conhecendo as
potencialidades do software, tais como: calcular a soma dos ângulos internos e
externos de um triângulo, alterar o ângulo e visualizar em diversas
expectativas. Em seguida, foram propostas algumas atividades com o programa, no
intuito de instigar os alunos a comprovarem teorias estudadas e a construírem
conhecimentos por meio das ferramentas que o software GeoGebra oferece.
Pode-se dizer que o trabalho desenvolvido sobre a
utilização do aplicativo GeoGebra para o cálculo dos ângulos internos e
externos de um triângulo, trouxe grandes contribuições para educação
matemática, pois a oficina visou a inserção de uma proposta de ensino que
propiciou o aprendizado, proporcionando aos alunos uma metodologia
diversificada. Tendo em vista que os alunos executaram um papel primordial nas
atividades realizadas, respondendo muito bem ao objetivo proposto, que era
trabalhar o conteúdo, a soma dos ângulos internos e externo de um triângulo com
o auxílio do software GeoGebra.
Portanto, a proposta metodológica teve uma grande
aceitação pelos alunos, evidenciando –se que a utilização do software GeoGebra
facilita a compreensão dos conteúdos e a visualização geométrica, despertando
nos alunos o interesse e a curiosidade em utilizar as ferramentas do software.
CRONOGRAMA
A
oficina será feita em 3 encontros os quais serão distribuídos conforme a tabela
a seguir:
|
Atividades
|
1º encontro
|
2º encontro
|
3º encontro
|
|
A apresentação do Projeto e seus objetivos
|
X
|
|
|
|
Apresentação do software GeoGebra
|
X
|
|
|
|
Ensinar os alunos a utilizar o software
GeoGebra
|
|
X
|
|
|
Aplicar exercícios propostos (soma dos
ângulos internos e externos de um triângulo
|
|
|
X
|
MATERIAL E CUSTOS
|
ITEM
|
DESCRIÇÃO
|
QUANTIDADE
|
VALOR
DE CUSTO
|
|
01
|
Computador
|
12
|
X
|
|
02
|
Data
show
|
01
|
x
|
|
03
|
Quadro
|
01
|
x
|
|
04
|
Pincel/lousa
|
03
|
x
|
|
05
|
Canetas
|
30
|
x
|
|
06
|
Cadeiras
|
30
|
x
|
|
07
|
Cadernos
|
30
|
x
|
|
|
Total
|
|
|
Serão utilizados os
materiais da escola.
REFERÊNCIAS
TEZANI,
Thaís Cristina Rodrigues. A educação
escolar no contexto das tecnologias da informação e da comunicação: desafios
e possibilidades para a prática pedagógica curricular. Bauru:
Revistafaac. [online], p. 35-45. vol. 1, n. 1, set. 2011. Disponível em
<http://www2.faac.unesp.br/revistafaac/index.php/revista/article/view/11/5>.
Acesso em: 21 de julho 2017.
ALMEIDA, Maria Elizabeth Bianconcini. Tecnologia
na escola. [online], p. 69-73. Disponível em <
http://portal.mec.gov.br/seed/arquivos/pdf/2sf.pdf>. Acesso em: 21 de julho
2017.
BRASIL, Secretaria de Educação
Fundamental. Parâmetros Curriculares Nacionais: Matemática.
Brasília: MEC/SEF, 1998.
BRASIL.
Ministério da Educação e Cultura. Parâmetros Curriculares Nacionais Ensino
Médio + Orientações Educacionais Complementares: ciência da natureza,
matemática e suas tecnologias. Brasília: Ministério da Educação e Cultura,
2002.
BRASIL.
Secretaria da Educação Fundamental. Parâmetros Curriculares Nacionais – Matemática. Brasília: MEC/SEF, 1997.
CARRAHER,
D.W. A aprendizagem de conceitos matemáticos com auxilio do computador. In:
ALENCAR, E.M.S.S. (Org.). Novas contribuições da psicologia aos processos de
ensino e aprendizagem. São Paulo: Cortez, 1992. p. 10-55.
15.
CONCLUSÃO E REFLEXÕES
O estágio
supervisionado foi uma experiência muito positiva em minha formação em sala de
aula, cabendo a mim, reger o ensino para o 1ª série do Ensino Médio em todos os
aspectos, com exposição de conteúdos, procedimentos e avaliações. Foi de muita
valia e extremamente enriquecedor para minha prática como educadora.
Todas as fases vivenciadas neste período foram muito importantes
e de grande relevância ao estagio, porque são práticas diárias de um professor.
Fiquei muito satisfeita com o meu estágio. Pois o mesmo me
proporcionou aprender e também aplicar o que havia aprendido em sala de aula.
Conheci novas pessoas e aprendi como me relacionar com elas no ambiente de
trabalho para que tanto o meu rendimento como o deles fosse o melhor possível.
Dessa forma ressalto que durante esse período pude obter um amadurecimento
tanto profissional quanto pessoal que será extremamente importante no futuro.
Portanto o
resultado dessa experiência foi positivo, pois veio a acrescentar novas
descobertas e conhecimento. Teve se uma boa recepção dos alunos, contribuindo
para que pudesse desenvolver um bom trabalho, tendo uma maioria deles
resultados satisfatórios nas avaliações. No que diz respeito à receptividade na
escola, tanto a direção quanto o corpo docente, foram excelentes, não
imprimiram nenhuma indiferença ao me receber, apoiaram-me e ajudaram-me no que
foi preciso, estiveram sempre dispostos a me receber outras vezes.
16. REFERÊNCIAS
BRASIL, Constituição da Republica Federativa do
Brasil. Brasilia: Senado Federal, 1988.
______. Lei de Diretrizes e Base da Educação
Nacional. Lei 9394. Brasilia: Senado Federal, 1996.
CAIADO, Kátia Regina
Moreno. Aluno deficiente na escola: lembranças e depoimentos, São Paulo:
Autores Associados, 2003;
DANTE,
Luiz Roberto. Tudo é matemática: ensino fundamental. São Paulo: Ática,
2005.
FERRONATO, Rubens: A
construção de \instrumentos de inclusão no Ensino da matemática. 2002;
GIOVANE,
José Rui Barbosa, Matemática pensar e descobrir: matemática pensar e
descobrir. São Paulo: FTD, 2000.
MANTOAN, Maria Teresa Egler.
Contribuições da pesquisa e desenvolvimento de aplicações para o ensino
inclusivo de deficientes mentais. In: A Integração da Pessoa com Deficiência.
São Paulo: Memmon,1997.117p.
17. ANEXOS
PLANO
DE AULA SEMANAL
Escola:
Escola Estadual Imaculada Conceição
Professor:
Cássia Salustiano Sales Moura
Ensino
Fundamental 1ª Fase. Disciplina:
Matemática Turma: 6º ano “U”.
Data:
25, 26, 27 e 28 de Outubro 2016
Tema: NUMÉROS DECIMAIS
|
CONTEÚDO
|
COMPETÊNCIA
|
HABILIDADES
|
|
Números
decimais
Operações:
adição, subtração, multiplicação, divisão.
|
Ser
capaz de perceber a importância dos números, suas prioridades, suas
inter-relações, seus significados e o modo como, historicamente foi
construído, bem como sua eficácia na resolução de situações-problema no seu
cotidiano.
|
Interpretar
e produzir escritas numéricas que devem ser expressa por números racionais
nas formas fracionárias, decimais e percentuais reconhecendo seu uso no
contexto diário.
Identificar
a localização de um número racional na forma fracionária ou decimal na reta
numérica, trabalhando comparação.
Representar,
escrever e operar com números decimais.
|
|
RECURSOS
|
METODOLOGIA
|
AVALIAÇÃO
|
|
Serão
utilizados:
1
- Quadro branco;
2
- Computador;
3
– Internet;
4
- Pincel;
5
- Livro didático;
|
Participação
dos alunos
Aulas
expositivas
Exercícios
propostos
Correção
comentada
|
A
avaliação será contínua, formativa e processual, vista como instrumento de
aprendizagem.
|
Referências: Dante, Luiz Roberto. Projeto Teláris:
ensino fundamental 2. São Paulo: Ártica, 2015. Silvia, Jorge Daniel. Matemática
6° ano – 3º edição – São Paulo: IBPE, 2013.
UNIVERSIDADE
FEDERAL DO TOCANTINS
PROJETO
DE OFICINA PEDAGÓGICA
A
UTILIZAÇÃO DE RECURSOS TECNOLÓGICOS PARA O DESENVOLVIENTO DAS AULAS DE
GEOETRIA: TRIÂNGULOS PARA 1ª SÉRIE DO ENSINO MÉDIO
ACADÊMICAS: Cássia Salustiano Sales Moura e Elizangela
Sousa da Cunha Costa
ORIENTADOR: Prof. Me. Paulo Alexandre Oliveira
PALMAS – TO
2017
UNIVERSIDADE
FEDERAL DO TOCANTINS
PROJETO
DE OFICINA PEDAGÓGICA
A
UTILIZAÇÃO DE RECURSOS TECNOLÓGICOS PARA O DESENVOLVIENTO DAS AULAS DE
GEOETRIA: TRIÂNGULOS PARA 1ª SÉRIE DO ENSINO MÉDIO
Projeto
de oficina pedagógica apresentado ao curso de Matemática – Parfor – UFT, como
requisito parcial da disciplina Estágio 3, 2017/08. Orientado pelo prof. Me.
Paulo Alexandre Oliveira
PALMAS
– TO
2017
SUMÁRIO
INTRODUÇÃO
Esta pesquisa surgiu da problemática: A falta
da utilização de recursos tecnológicos no ensino de geometria plana na 1ª série
do Ensino Médio no Colégio Estadual de Rio Sono, sendo importante e dinâmico o
uso de novas tecnologias para facilitar o ensino e aprendizagem.
O
ensino da geometria desenvolve a capacidade de resolver problemas práticos do
cotidiano, pois o mesmo faz se presente em diversas situações que ocorrem no
dia – a – dia, neste contexto o aluno desenvolve pensamentos que permite – lhe
compreender, descrever e representar essas formas organizadas. (BRASIL, 1998).
O
presente projeto é de grande importância, pois o mesmo oferece uma ferramenta
de apoio aos docentes para uma aula interativa e dinâmica, na qual os educandos
fortalecem o desenvolvimento da aprendizagem em relação ao conteúdo proposto na
aula.
Novas maneiras de pensar e conviver estão sendo elaboradas
no mundo das Telecomunicações e da informática, e a escola está sendo
influenciada por essas perspectivas.
A educação escolar vem acompanhando
o ritmo do progresso das TIC, influenciando e sendo influenciada pela sociedade
contemporânea e suas características, adaptando-se ao processo de evolução
tecnológica. Essa situação representa, para a escola, exigências complexas nas
políticas, nos currículos e nas práticas, de modo que se prepare o indivíduo
para dominar os conteúdos historicamente acumulados pela humanidade no seu
processo de construção, simultaneamente à possibilidade de desenvolvimento de
estratégias de ação articuladas às exigências sociais (TEZANI, 2011, p. 37).
REVISÃO DA LITERATURA
A
Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC), é uma ferramenta que tem como
objetivo facilitar a comunicação e o alcance de um alvo comum. A mesma
beneficia a produção industrial, sendo muito útil na potencialização dos
processos de comunicação e na revolução das pesquisas cientificas.
Segundo
Tezani (2011, p, 36) ‘’ as Tecnologias da Comunicação e da Informação (TIC)
permite a interação num processo contínuo, rico e indispensável, que
disponibiliza a construção criativa e o aprimoramento constante rumo a novos
aperfeiçoamentos”.
Para
Almeida (p, 71) ‘’ o uso da TIC com vista à criação de uma rede de
conhecimentos favorece a democratização do acesso a informação, a troca de informações
e experiências, compreensão crítica da realidade e o desenvolvimento humano,
social, cultural e educacional”.
Nesta
ótica, o indivíduo é envolvido em uma grande teia de conhecimento pública ou
privada, proporcionando uma nova visão de mundo, caminhando rumo a uma
sociedade justa e igualitária.
O
uso das TICs na disciplina de matemática, atualmente se tornou um método muito
importante para o ensino, facilitando na resolução de cálculo, confecções de
tabelas e gráficos usando planilhas eletrônicas, desenvolvendo também a
capacidade cognitiva do aluno.
De
acordo com Bagestão (2012), o uso das TICs no ensino da matemática é atrativo
para a resolução de cálculos, assim como também à correção dos mesmos.
A Informática Educativa privilegia a
utilização do computador como ferramenta pedagógica que auxilia no processo de
construção do conhecimento. [...] o computador é um meio e não um fim, devendo
ser usado considerando o desenvolvimento dos componentes curriculares. [...] o
computador transforma-se em um poderoso recurso de suporte à aprendizagem, com
inúmeras possibilidades pedagógicas, desde que haja uma reformulação no
currículo, que se crie novos modelos metodológicos e didáticos, e
principalmente que se repense qual o verdadeiro significado da aprendizagem.
(ROCHA, 2008, p. 03)
Uso da
Tecnologia no Ensino da Geometria
Infelizmente
a geometria é um conteúdo pouco desenvolvido em sala de aula devido à falta de
interesse dos alunos espontaneamente e muitas vezes pelo fato dos professores
não utilizarem metodologias diferenciadas, bem como o uso das tecnologias.
No entanto, a Geometria tem tido pouco
destaque nas aulas de Matemática e, muitas vezes, confunde-se seu ensino com o
das medidas. Em que pese seu abandono, ela desempenha um papel fundamental no
currículo, na medida em que possibilita ao aluno desenvolver um tipo de
pensamento particular para compreender, descrever e representar, de forma
organizada, o mundo em que vive. Também é fato que as questões Geométricas
costumam despertar o interesse dos adolescentes e jovens de modo natural e
espontâneo. (BRASIL, 1998, p.122)
Segundo
Barbosa (2008, p.4) afirma que “... a Geometria quase sempre é apresentada na
última parte do livro, aumentando a possibilidade de ela não vir a ser estudada
por falta de tempo letivo”. Todavia, percebe-se que esse critério vem tomando
rumo diferente, estudo mais comprovam que alguns livros didáticos já trazem uma
abordagem geométrica distribuída no decorrer dos capítulos.
Apesar de estarmos vivendo em um
mundo cheio de novas tecnologias, infelizmente o uso do computador em sala de
aula é pouco utilizado, percebe-se que um dos principais motivos é a falta de
preparo dos educadores para a utilização dessa ferramenta. É evidente que
alguns educadores possuem domínio em utilizar o computador, porém falta
conhecimento de softwares que podem ser utilizados no ensino da matemática.
O uso das tecnologias está presente
nas propostas de ensino PCNs.
O computador que pode ser
usado como elemento de apoio para o ensino [...] Mas também como ferramenta
para o desenvolvimento de habilidades. o trabalho com o computador pode ensinar
o aluno a aprender com seus erros e aprender junto com seus colegas, trocando
produções e comparando-as. (BRASIL, 1997, p.48).
O software GeoGebra é um programa bem conhecido e utilizado
no meio matemático, com finalidade de ajudar e oferecer uma melhor
acessibilidade dinâmica e interação entre os alunos nas aulas.
Ainda sobre o GeoGebra é um programa matemático,
desenvolvido com a finalidade de ampliar o conhecimento no contexto escolar,
aplicativo no qual se trabalha o conceito de Geometria e Álgebra.
No GeoGebra desenvolve-se com os alunos os conceitos de
triângulos, bem como se trabalha a soma dos ângulos internos e externos de um
triângulo qualquer. Sendo o mesmo um software de suma importância para um bom
desenvolvimento das aulas de matemática.
JUSTIFICATIVA
Os
alunos da 1ª série do Ensino Médio, da Escola Estadual Imaculada Conceição,
apresentam dificuldades no aprendizado do conteúdo de geometria plana: soma dos
ângulos internos e externos. Através desse projeto, espera-se promover um
ensino aprendizagem eficaz com o uso de recursos tecnológicos no
desenvolvimento das aulas de matemática.
Pesquisas
mostram que a utilização da tecnologia facilita o processo de ensino
aprendizagem, os quais proporcionam ao aluno desenvolver suas habilidades
contribuindo para o seu conhecimento a partir da interação com o ambiente.
(CARRAHER,1992; MARTINS, 2008; COLL, SOLÉ, 2009).
A
utilização de recursos como por exemplo: instrumento de desenvolvimentos,
jogos, vídeos, softwares, facilitam o compromisso dos alunos nas atividades
propostas (BRASIL, 2002; SOUZA, 2006; GRAVEN,2011; COSTA; TENÓRIO, 2014, LEITE;
TENÓRIO, 2014).
Na
escola observa-se que a sua maioria dos professores não utilizam recursos
tecnológicos nas aulas de matemática, portanto este projeto tem como objetivo
resolver este problema, apresentando aos docentes alguns recursos tecnológicos
bem como sua importância no desenvolvimento das aulas, afim de proporcionar aos
alunos um ensino de qualidade.
Neste
contexto, bom exemplo de software educativo matemático é o GeoGebra, que
funciona como ferramenta dinâmica e interativa e como laboratório de
aprendizagem
OBJETIVOS.
3.
Geral
Ensinar
noções de geometria plana no triângulo utilizando o software GeoGebra.
4. Específicos
5. Fazer
apresentação do projeto e seus objetivos;
6. Apresentar
o software GeoGebra;
7. Ensinar
os alunos a utilizar o software GeoGebra;
8. Ensinar
os alunos a calcular a soma dos ângulos internos e externos de um triângulo.
METODOLOGIA
A oficina será desenvolvida em 4
etapas, descritas abaixo:
1ª Etapa: (40 min) nesta etapa será
apresentada o projeto da oficina bem como seus objetivos, sendo o objetivo
mostrar a importância e a grande contribuição dos recursos tecnológicos e do
software GeoGebra nas aulas de geometria. Será utilizado para a realização
desta etapa o Data show.
2ª Etapa: (1h:30 min) nesta etapa o
programa será apresentado aos alunos com uso do Data Show, no laboratório de
informática da escola De início será indagado aos alunos se conhecem ou se já
ouviram falar no programa (GeoGebra). Em seguida os alunos serão incentivados a
manusear o software, a estarem mudando os valores dos ângulos do triângulo
apresentado.
3ª Etapa: (1h) nesta etapa serão
utilizados o Data Show e o laboratório de informática da escola, para ensinar
os alunos a utilizar o programa GeoGebra, passando exercícios nos quais eles
resolveram em grupo, com auxílio do professor.
4ª Etapa: (50 min) nesta etapa será
aplicado aos alunos em sala de aula, uma lista de exercícios propostos sobre a
soma dos ângulos internos e externos de um triângulo qualquer, auxiliando –os
na resolução dos mesmos.
7 – AVALIAÇÃO DA OFICINA
Avaliação
da oficina
Com
o objetivo de ensinar o básico sobre o GeoGebra, mostrar a importância e a grande contribuição dos
recursos tecnológicos e do software nas aulas de geometria, apresentar
o aplicativo, manusear e ensinar como calcular a soma dos ângulos internos e
externos do triângulo, foi proposto a realização de uma oficina dividida em quatro
etapas, realizadas em quatro encontros. Em função da falta de laboratório de
informática, utilizou-se a sala dos professores para a realização dos
encontros.
Nos
encontros, foram explicados os objetivos da realização da oficina, a
metodologia apresentada e sugestões de alguns recursos tecnológicos que podem
ajudar na sala de aula, bem como: vídeos, Datashow, computadores, sites e
software.
De início foi
realizado alguns questionamentos aos alunos sobre o uso do (GeoGebra). Em
seguida os alunos começaram a manusear o aplicativo, alguns
sentiram dificuldades, necessitando-se de um maior acompanhamento.
Intercalando
a teoria com a pratica, foi possível repassar alguns conhecimentos sobre o
programa, informações sobre o aplicativo, e como utiliza-los para calcular a
soma dos ângulos.
Após
o primeiro contato dos alunos com o programa e repasse de algumas informações
sobre o aplicativo e como utiliza-los, foi utilizado o Data Show, para ensinar os alunos a
utilizar o programa GeoGebra, assim os alunos foram conhecendo as
potencialidades do software, tais como: calcular a soma dos ângulos internos e
externos de um triângulo, alterar o ângulo e visualizar em diversas
expectativas. Em seguida, foram propostas algumas atividades com o programa, no
intuito de instigar os alunos a comprovarem teorias estudadas e a construírem
conhecimentos por meio das ferramentas que o software GeoGebra oferece.
Pode-se dizer
que o trabalho desenvolvido sobre a utilização do aplicativo GeoGebra para o
cálculo dos ângulos internos e externos de um triângulo, trouxe grandes
contribuições para educação matemática, pois a oficina visou a inserção de uma
proposta de ensino que propiciou o aprendizado, proporcionando aos alunos uma
metodologia diversificada. Tendo em vista que os alunos executaram um papel
primordial nas atividades realizadas, respondendo muito bem ao objetivo
proposto, que era trabalhar o conteúdo, a soma dos ângulos internos e externo
de um triângulo com o auxílio do software GeoGebra.
Portanto, a
proposta metodológica teve uma grande aceitação pelos alunos, evidenciando –se
que a utilização do software GeoGebra facilita a compreensão dos conteúdos e a
visualização geométrica, despertando nos alunos o interesse e a curiosidade em
utilizar as ferramentas do software.
CRONOGRAMA
A oficina será feita em 3
encontros os quais serão distribuídos conforme a tabela a seguir:
|
Atividades
|
1º
encontro
|
2º
encontro
|
3º
encontro
|
|
A
apresentação do Projeto e seus objetivos
|
X
|
|
|
|
Apresentação
do software GeoGebra
|
X
|
|
|
|
Ensinar
os alunos a utilizar o software GeoGebra
|
|
X
|
|
|
Aplicar
exercícios propostos (soma dos ângulos internos e externos de um triângulo
|
|
|
X
|
MATERIAL E CUSTOS
|
ITEM
|
DESCRIÇÃO
|
QUANTIDADE
|
VALOR DE CUSTO
|
|
01
|
Computador
|
12
|
X
|
|
02
|
Data show
|
01
|
x
|
|
03
|
Quadro
|
01
|
x
|
|
04
|
Pincel/lousa
|
03
|
x
|
|
05
|
Canetas
|
30
|
x
|
|
06
|
Cadeiras
|
30
|
x
|
|
07
|
Cadernos
|
30
|
x
|
|
|
Total
|
|
|
Serão utilizados os materiais da escola.
REFERÊNCIAS
TEZANI, Thaís Cristina
Rodrigues. A educação escolar no
contexto das tecnologias da informação e da comunicação: desafios e
possibilidades para a prática pedagógica curricular. Bauru:
Revistafaac. [online], p. 35-45. vol. 1, n. 1, set. 2011. Disponível em
<http://www2.faac.unesp.br/revistafaac/index.php/revista/article/view/11/5>.
Acesso em: 21 de julho 2017.
ALMEIDA,
Maria Elizabeth Bianconcini. Tecnologia na escola. [online],
p. 69-73. Disponível em <
http://portal.mec.gov.br/seed/arquivos/pdf/2sf.pdf>. Acesso em: 21 de julho
2017.
BRASIL,
Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros Curriculares Nacionais: Matemática. Brasília: MEC/SEF, 1998.
BRASIL. Ministério da
Educação e Cultura. Parâmetros Curriculares Nacionais Ensino Médio +
Orientações Educacionais Complementares: ciência da natureza, matemática e
suas tecnologias. Brasília: Ministério da Educação e Cultura, 2002.
BRASIL. Secretaria da
Educação Fundamental. Parâmetros Curriculares Nacionais – Matemática. Brasília: MEC/SEF, 1997.
CARRAHER, D.W. A
aprendizagem de conceitos matemáticos com auxilio do computador. In: ALENCAR,
E.M.S.S. (Org.). Novas contribuições da psicologia aos processos de ensino e
aprendizagem. São Paulo: Cortez, 1992. p. 10-55.