terça-feira, 27 de junho de 2017

TRABALHO - ESTÁGIO II

Identificação da Escola

 Estado: Tocantins                   Município: Rio Sono
Nome da Escola: Escola Estadual Imaculada Conceição
Nome do Diretor: Daniel Cerqueira Sales
Endereço da Escola: Rua Principal Povoado Mansinha     
Telefone: 3451-9001
Localização: ( ) Área Urbana      ( x ) Área Rural    (   )Área Urbana Periférica
Portaria de Autorização: 007/89
Número da Escola (Censo Escolar): 17031567
CNPJ: 01197175/0001-01
Período (os) de Funcionamento: (x) Manhã     (x) Tarde     (x) Noite
Modalidades de Ensino: Ensino Fundamental 1ª Fase ( 3º ao 5º ano); Ensino Fundamental 2ª Fase ( 6º ao 9º ano); Ensino Médio ( 1ª a 3ª série).
Número de Turmas e Alunos por Turno:
Matutino – Turmas: 04               Alunos: 80
Vespertino – Turmas: 03            Alunos: 52
Noturno – Turmas: 03                Alunos: 51

Total geral de alunos: 183 alunos.





METODOLOGIA DA OFICINA

1º encontro: Na primeira aula vamos fazer algumas atividades diagnósticas sobre operação com frações para iniciar a introdução do conteúdo, fazendo com que os professores se interessem e fiquem curiosos pela aprendizagem do mesmo. Indicação de vídeos e leitura de artigos.
2º encontro: Já no segundo encontro será exibido uma apresentação no PowerPoint sobre seus recursos, em seguida ensinar como preparar uma aula de operação com frações no Power Point utilizando os meios tecnológicos.
3º encontro: No terceiro encontro os professore irão fazer uma pesquisa em grupo sobre operação com frações, em seguida preparar uma aula no PowerPoint e apresentar aos colegas em formas de seminário.
4º encontro: Depois de todos os estudos sobre operação com frações, os professores irão nas aulas expositivas as atividades práticas para o cálculo do conteúdo operação com frações.

PERGUNTAS PARA QUESTIONÁRIO ONLINE

1-    MINHA PROFISSÃO É ----------------------------------.
2-    VOCÊ GOSTA DA SUA PROFISSÃO?
(   ) SIM      (   ) NÃO
3-    TEM COMPUTADOR PRÓPRIO?
(   ) SIM       (   ) NÃO     
4-    A QUANTO TEMPO ATUA NESSA ÁREA?
(   ) 1 A 5 ANOS         (   ) 6 A 10 ANO       (   ) A MAIS DE 10 ANOS
5-    QUANTO AO USO DA TECNOLOGIA. UTILIZA RECURSOS TECNOLOGICOS NO DESENVOLVIMENTO DO SEU TRABALHO?
(    ) SIM        (    ) NÃO        (   ) MUITO RARAMENTE
6-    VOCÊ CONSIDERA RELEVANTE O USO DA TECNOLOGIA NO ENSINO DE CONTEÚDOS MATEMÁTICOS?
(   ) SIM       (  ) NÃO



RESUMO – ARTIGO 1

Artigo “O Ensino de Frações Sob o Olhar de Discentes” escrito por Rafael Pontes Lima e Pedro Franco de Sá, em dezembro de 2012  - Macapá. O estudo das frações é considerado um dos conteúdos que os alunos sentem grande dificuldades de aprendizagem. Sendo a metodologia a responsável pelo bom desempenho da aprendizagem do aluno, percebe-se a necessidade dos docentes utilizarem novas técnicas de repasse do conteúdo.
Estudos apontam a necessidade também de uma formação tecnológica para os profissionais das séries iniciais, para maior domínio da tecnologia bem como do conteúdo de “Operações com frações”. Pois a maioria dos alunos tem em mãos recursos tecnológicos como tabet, celulares, computadores, etc.

RESUMO DA OFICINA PEDAGÓGICA

A oficina foi realizada entre os dez dias de fevereiro e cinco de abril, na Escola Estadual Imaculada Conceição Povoado de Mansinha, com a professora Cassia Salustiano Sales Moura como ministrante. Participaram da oficina professoras. Coordenadoras e a direção da Unidade de Ensino. Foram apresentadas e realizadas atividades em grupo de forma lúdica, incentivando os profissionais de educação a utilização dos recursos tecnológicos oferecidos pela Unidade de Ensino no desenvolvimento de suas aulas, afim de melhorar suas metodologias e consequentemente haver maior índice de aprendizagem por parte dos educandos. Ao final das atividades da oficina oferecida houve pedidos por parte dos educadores que fossem realizados mais formações voltadas ao uso das tecnologias.





RESUMO - ARTIGO 2

Umuarama – PR – UNIPA – Universidade Paranaense, 2005. Artigo escrito por Leandro Cavalieri com o tema: “O Ensino das Frações”. Neste artigo o autor ressalta a necessidade do ensino dos números racionais (frações) devido a evolução humana e a necessidade de resolução de problemas do cotidiano, permitindo assim, maior aproximação entre matemática e realidade.
Neste, o autor destaca ainda que o estudo de frações não é enviar a todo custo a memorização de definição e regras, e sim proporcionar um aprendizado saudável, onde o educando que participe do processo de aquisição de conhecimento, consciente do que está aprendendo e compreendendo o conteúdo.

REFERENCIAL TEÓRICO

Atualmente, vivemos em um mundo onde a tecnologia está presente em basicamente tudo que vemos e utilização. Isso não é diferente dentro do nosso ambiente escolar, onde nossos alunos possuem o domínio de muitos aparelhos tecnológicos, e muitas das vezes dominam muito mais que nós educadores. Dessa forma faz se necessário uma maior formação e interesse dos profissionais da educação pelo uso da tecnologia em sala no desenvolvimento de suas aulas.
A realidade de nossas escolas neste mundo globalizado, infelizmente ainda é um modelo pedagógico estático e restrito, onde alunos e professores vivem numa realidade presa a livros didáticos e aulas puramente expositivas. Esse modelo de aprendizagem está ultrapassado, pois a sociedade precisa estar inserida e preparada para um futuro tecnológico e digital. Dessa forma, é de suma importância reconhecer a importância das mudanças na educação, em especial, na Matemática.
[...] a presença isolada e desarticulada dos computadores na escola não é, jamais, sinal de qualidade de ensino; mal comparando, a existência de alguns aparelhos ultramodernos de tomografia e ressonância magnética em determinado hospital ou rede de saúde não expressa, por si só, a qualidade geral do serviço prestado à população. É necessário estarmos muito alertas para o risco da transformação dos computadores no bezerro de ouro â ser adorado em Educação. (CORTELLA, 1995, p. 34).
Com o uso das novas tecnologias pode se promover no ensino da Matemática, fazendo com que o aluno tenha uma aprendizagem rápida, fácil, interativa e acompanhada de um raciocínio lógico. Portanto professor e aluno devem acompanhar a evolução da tecnologia e, assim, se inserir neste mundo cada vez mais tecnológico.
Os professores de matemática das instituições de ensino devem estar preparados para a utilização dos recursos tecnológicos, tendo domínio dos mesmos, pois precisam agir como mediadores em suas aulas, mostrando a seus educandos como se busca o conhecimento, desenvolvendo neles a capacidade de se auto educar, construir seus próprios conceitos e ter autonomia de resolver os problemas, participando ativamente da sociedade em que está inserido.
Conforme Moran,
As mudanças na educação dependem também dos alunos. Alunos curiosos e motivados facilitam enormemente o processo, estimulam as melhores qualidades do professor, tornam-se interlocutores lúdicos e parceiros de caminhada do professor-educador. Alunos motivados aprendem e ensinam, avançam mais, ajudam o professor a ajuda-los melhor. Alunos que provêm de famílias abertas, que apoiam as mudanças, que estimulam afetivamente os filhos, que desenvolvem ambientes culturalmente ricos, aprendem mais rapidamente, crescem mais confiantes e se tornam pessoas mais produtivas (MORAN, 2000, p. 17 – 18).
            Nesta ótica, percebe se a necessidade de se trabalhar as novas tecnologias no ensino da Matemática aliada na construção de verdadeiros conhecimentos, preparando o cidadão para o futuro para uma vida social e profissional, possibilitando ao educando, viajar pelo mundo virtual mesmo no ambiente fechado a quatro paredes, porém, cheia de tecnologia capaz de levar o aluno a qualquer lugar do mundo, além de interagir com outras pessoas em qualquer lugar do planeta.
            Na tentativa de incentivar e potencializar o uso da tecnologia no processo de ensino e aprendizagem nas escolas públicas, o Governo Federal, criou o projeto Um Computador Por Aluno – UCA – (ATAÚJO; CHAVES, 2015) e, depois, o Programa Um Computador por Aluno – PROUCA – (ANDRADE; RAMOS, 2014), que traz como prioridade a promoção da inclusão digital, pedagógica e social mediante a aquisição e a distribuição de computadores portáteis em escolas públicas (SAMPAIIO; ELIA, 2012). Porém, faltou a capacitação dos responsáveis pelo manuseamento desses equipamentos nas escolas, em especial os profissionais da zona rural.
            A formação continuada dos profissionais da educação, é de suma importância para melhor inserção da tecnologia nas escolas, e assim, melhora também do ensino e aprendizagem dos educandos, destacando mais uma vez que para os profissionais da zona rural, essa formação é indispensável.


Resultados e Discussões
O Estágio Supervisionado II foi desenvolvido de forma satisfatória, alcançando seus objetivos, professoras, coordenadoras e diretor participaram da oficina com muito interesse e curiosidade. Nesta formação foi trabalhado a teoria e prática do uso da tecnologia em benefício dos profissionais para melhor subsidiar suas aulas, ajudando os a superar as suas dificuldades ao uso das tecnologias.
Portanto, a realização da formação foi gratificante, tanto para o professor mediador, quanto para todos os participantes da mesma, na qual pode ajudar e orientar quanto ao uso das ferramentas tecnológicas no processo de ensino aprendizagem.


Referências

ARAÚJO, Andréia; CHAVES, Edson Valente. As tecnologias no cotidiano escolar: um estudo sobre o programa Um Computador por Aluno considerando o ensino de ciências em Manaus. 6º Simpósio Internacional de Educação e Comunicação. Manaus: [s.n.]. 2015. p. 315-318. Disponível em: <http://proceedings.ciaiq.org/index.php/ciaiq2015/article/view/267>. Acesso em: O5 jun. 2017.
CASTELLS, Manuel. A Era da Informação: economia, sociedade e cultura. 12ª Reimpressão. ed. São Paulo: Paz e Terra, 2009.
CORTELLA, Mário Sérgio. Informatofobia e Informatolatria: Equívocos na Educação. http://www.inep.gov.br/pesquisa/bbe-online/det.asp?cod=51889&type=P. Acesso em 02 de junho de 2017 às oito horas.
MORAN, José Manuel et al. Novas tecnologias e mediações pedagógicas. 6. Ed. Campinas: Papirus, 2000.
PROINFO: Informática e formação de professores / Secretaria de Educação a Distância. Brasília: Ministério da Educação, Seed, 2000.
SAMPAIO, Fábio Ferrentino; ELIA, Marcos da Fonseca. Projeto um computador por aluno – Pesquisas e perspectivas. Rio de Janeiro, RJ: BCE/UFRJ, 2012.