Identificação
da Escola
Nome da Escola:
Escola Estadual Imaculada Conceição
Nome do Diretor:
Daniel Cerqueira Sales
Endereço da Escola: Rua
Principal Povoado Mansinha
Telefone:
3451-9001
Localização: ( )
Área Urbana ( x ) Área Rural (
)Área Urbana Periférica
Portaria de Autorização:
007/89
Número da Escola (Censo Escolar):
17031567
CNPJ: 01197175/0001-01
Período (os) de Funcionamento: (x)
Manhã (x) Tarde (x) Noite
Modalidades de Ensino: Ensino
Fundamental 1ª Fase ( 3º ao 5º ano); Ensino Fundamental 2ª Fase ( 6º ao 9º
ano); Ensino Médio ( 1ª a 3ª série).
Número de Turmas e Alunos por Turno:
Matutino
– Turmas: 04 Alunos: 80
Vespertino
– Turmas: 03 Alunos: 52
Noturno
– Turmas: 03 Alunos: 51
Total
geral de alunos: 183 alunos.
METODOLOGIA DA OFICINA
1º encontro: Na primeira aula vamos fazer algumas atividades
diagnósticas sobre operação com frações para iniciar a introdução do conteúdo,
fazendo com que os professores se interessem e fiquem curiosos pela
aprendizagem do mesmo. Indicação de vídeos e leitura de artigos.
2º encontro: Já no segundo encontro será exibido uma apresentação no
PowerPoint sobre seus recursos, em seguida ensinar como preparar uma aula de
operação com frações no Power Point utilizando os meios tecnológicos.
3º encontro: No terceiro encontro os professore irão fazer uma pesquisa
em grupo sobre operação com frações, em seguida preparar uma aula no PowerPoint
e apresentar aos colegas em formas de seminário.
4º encontro: Depois de todos os estudos sobre operação com frações, os
professores irão nas aulas expositivas as atividades práticas para o cálculo do
conteúdo operação com frações.
PERGUNTAS PARA QUESTIONÁRIO ONLINE
1- MINHA PROFISSÃO É ----------------------------------.
2- VOCÊ GOSTA DA SUA PROFISSÃO?
( ) SIM (
) NÃO
3- TEM COMPUTADOR PRÓPRIO?
( ) SIM (
) NÃO
4- A QUANTO TEMPO ATUA NESSA ÁREA?
( ) 1 A 5 ANOS (
) 6 A 10 ANO ( ) A MAIS DE 10 ANOS
5- QUANTO AO USO DA TECNOLOGIA. UTILIZA RECURSOS TECNOLOGICOS
NO DESENVOLVIMENTO DO SEU TRABALHO?
( ) SIM (
) NÃO ( ) MUITO RARAMENTE
6- VOCÊ CONSIDERA RELEVANTE O USO DA TECNOLOGIA NO ENSINO DE
CONTEÚDOS MATEMÁTICOS?
( ) SIM (
) NÃO
RESUMO – ARTIGO 1
Artigo
“O Ensino de Frações Sob o Olhar de Discentes” escrito por Rafael Pontes Lima e
Pedro Franco de Sá, em dezembro de 2012
- Macapá. O estudo das frações é considerado um dos conteúdos que os
alunos sentem grande dificuldades de aprendizagem. Sendo a metodologia a
responsável pelo bom desempenho da aprendizagem do aluno, percebe-se a
necessidade dos docentes utilizarem novas técnicas de repasse do conteúdo.
Estudos
apontam a necessidade também de uma formação tecnológica para os profissionais
das séries iniciais, para maior domínio da tecnologia bem como do conteúdo de
“Operações com frações”. Pois a maioria dos alunos tem em mãos recursos
tecnológicos como tabet, celulares, computadores, etc.
RESUMO DA OFICINA PEDAGÓGICA
A oficina foi realizada entre os dez dias de fevereiro e
cinco de abril, na Escola Estadual Imaculada Conceição Povoado de Mansinha, com
a professora Cassia Salustiano Sales Moura como ministrante. Participaram da
oficina professoras. Coordenadoras e a direção da Unidade de Ensino. Foram
apresentadas e realizadas atividades em grupo de forma lúdica, incentivando os
profissionais de educação a utilização dos recursos tecnológicos oferecidos
pela Unidade de Ensino no desenvolvimento de suas aulas, afim de melhorar suas
metodologias e consequentemente haver maior índice de aprendizagem por parte
dos educandos. Ao final das atividades da oficina oferecida houve pedidos por
parte dos educadores que fossem realizados mais formações voltadas ao uso das
tecnologias.
RESUMO - ARTIGO 2
Umuarama – PR – UNIPA – Universidade Paranaense, 2005.
Artigo escrito por Leandro Cavalieri com o tema: “O Ensino das Frações”. Neste
artigo o autor ressalta a necessidade do ensino dos números racionais (frações)
devido a evolução humana e a necessidade de resolução de problemas do
cotidiano, permitindo assim, maior aproximação entre matemática e realidade.
Neste, o autor destaca ainda que o estudo de frações não é
enviar a todo custo a memorização de definição e regras, e sim proporcionar um
aprendizado saudável, onde o educando que participe do processo de aquisição de
conhecimento, consciente do que está aprendendo e compreendendo o conteúdo.
REFERENCIAL TEÓRICO
Atualmente,
vivemos em um mundo onde a tecnologia está presente em basicamente tudo que
vemos e utilização. Isso não é diferente dentro do nosso ambiente escolar, onde
nossos alunos possuem o domínio de muitos aparelhos tecnológicos, e muitas das
vezes dominam muito mais que nós educadores. Dessa forma faz se necessário uma
maior formação e interesse dos profissionais da educação pelo uso da tecnologia
em sala no desenvolvimento de suas aulas.
A
realidade de nossas escolas neste mundo globalizado, infelizmente ainda é um
modelo pedagógico estático e restrito, onde alunos e professores vivem numa
realidade presa a livros didáticos e aulas puramente expositivas. Esse modelo
de aprendizagem está ultrapassado, pois a sociedade precisa estar inserida e
preparada para um futuro tecnológico e digital. Dessa forma, é de suma
importância reconhecer a importância das mudanças na educação, em especial, na
Matemática.
[...]
a presença isolada e desarticulada dos computadores na escola não é, jamais,
sinal de qualidade de ensino; mal comparando, a existência de alguns aparelhos
ultramodernos de tomografia e ressonância magnética em determinado hospital ou
rede de saúde não expressa, por si só, a qualidade geral do serviço prestado à
população. É necessário estarmos muito alertas para o risco da transformação
dos computadores no bezerro de ouro â ser adorado em Educação. (CORTELLA, 1995,
p. 34).
Com o uso das novas tecnologias pode se
promover no ensino da Matemática, fazendo com que o aluno tenha uma aprendizagem
rápida, fácil, interativa e acompanhada de um raciocínio lógico. Portanto
professor e aluno devem acompanhar a evolução da tecnologia e, assim, se
inserir neste mundo cada vez mais tecnológico.
Os professores de matemática das instituições
de ensino devem estar preparados para a utilização dos recursos tecnológicos,
tendo domínio dos mesmos, pois precisam agir como mediadores em suas aulas,
mostrando a seus educandos como se busca o conhecimento, desenvolvendo neles a
capacidade de se auto educar, construir seus próprios conceitos e ter autonomia
de resolver os problemas, participando ativamente da sociedade em que está
inserido.
Conforme Moran,
As
mudanças na educação dependem também dos alunos. Alunos curiosos e motivados
facilitam enormemente o processo, estimulam as melhores qualidades do
professor, tornam-se interlocutores lúdicos e parceiros de caminhada do
professor-educador. Alunos motivados aprendem e ensinam, avançam mais, ajudam o
professor a ajuda-los melhor. Alunos que provêm de famílias abertas, que apoiam
as mudanças, que estimulam afetivamente os filhos, que desenvolvem ambientes
culturalmente ricos, aprendem mais rapidamente, crescem mais confiantes e se
tornam pessoas mais produtivas (MORAN, 2000, p. 17 – 18).
Nesta ótica, percebe se a
necessidade de se trabalhar as novas tecnologias no ensino da Matemática aliada
na construção de verdadeiros conhecimentos, preparando o cidadão para o futuro
para uma vida social e profissional, possibilitando ao educando, viajar pelo
mundo virtual mesmo no ambiente fechado a quatro paredes, porém, cheia de
tecnologia capaz de levar o aluno a qualquer lugar do mundo, além de interagir
com outras pessoas em qualquer lugar do planeta.
Na tentativa de incentivar e potencializar
o uso da tecnologia no processo de ensino e aprendizagem nas escolas públicas,
o Governo Federal, criou o projeto Um Computador Por Aluno – UCA – (ATAÚJO;
CHAVES, 2015) e, depois, o Programa Um Computador por Aluno – PROUCA –
(ANDRADE; RAMOS, 2014), que traz como prioridade a promoção da inclusão
digital, pedagógica e social mediante a aquisição e a distribuição de
computadores portáteis em escolas públicas (SAMPAIIO; ELIA, 2012). Porém,
faltou a capacitação dos responsáveis pelo manuseamento desses equipamentos nas
escolas, em especial os profissionais da zona rural.
A formação continuada dos
profissionais da educação, é de suma importância para melhor inserção da
tecnologia nas escolas, e assim, melhora também do ensino e aprendizagem dos
educandos, destacando mais uma vez que para os profissionais da zona rural,
essa formação é indispensável.
Resultados
e Discussões
O
Estágio Supervisionado II foi desenvolvido de forma satisfatória, alcançando seus
objetivos, professoras, coordenadoras e diretor participaram da oficina com
muito interesse e curiosidade. Nesta formação foi trabalhado a teoria e prática
do uso da tecnologia em benefício dos profissionais para melhor subsidiar suas
aulas, ajudando os a superar as suas dificuldades ao uso das tecnologias.
Portanto,
a realização da formação foi gratificante, tanto para o professor mediador,
quanto para todos os participantes da mesma, na qual pode ajudar e orientar
quanto ao uso das ferramentas tecnológicas no processo de ensino aprendizagem.
Referências
ARAÚJO, Andréia; CHAVES, Edson
Valente. As tecnologias no cotidiano
escolar: um estudo sobre o programa Um Computador por Aluno considerando o
ensino de ciências em Manaus. 6º Simpósio Internacional de
Educação e Comunicação. Manaus: [s.n.]. 2015. p. 315-318. Disponível em:
<http://proceedings.ciaiq.org/index.php/ciaiq2015/article/view/267>.
Acesso em: O5 jun. 2017.
CASTELLS, Manuel. A Era da Informação: economia,
sociedade e cultura. 12ª Reimpressão. ed. São Paulo: Paz e Terra,
2009.
CORTELLA, Mário Sérgio. Informatofobia e Informatolatria: Equívocos na Educação. http://www.inep.gov.br/pesquisa/bbe-online/det.asp?cod=51889&type=P.
Acesso em 02 de junho de 2017 às oito horas.
MORAN, José Manuel et al. Novas tecnologias e mediações pedagógicas. 6. Ed. Campinas:
Papirus, 2000.
PROINFO: Informática
e formação de professores / Secretaria de Educação a Distância. Brasília:
Ministério da Educação, Seed, 2000.
SAMPAIO, Fábio Ferrentino; ELIA, Marcos da Fonseca. Projeto um computador por aluno –
Pesquisas e perspectivas. Rio de Janeiro, RJ: BCE/UFRJ, 2012.








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